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Olá,
Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Falar muito e ouvir pouco



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Falar muito e ouvir pouco
“Sabeis isto, meus amados irmãos; todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. (Tiago 1:19.)
Um dos problemas principais no relacionamento entre as pessoas é a falta de comunicação. Comunicar-se significa expressar pensamentos e sentimentos de modo que o receptor compreenda o que você diz. E saber ouvir é uma arte que poucos conseguem dominar. No nosso tempo prevalece o blá, blá, blá, onde todos falam e ninguém se ouve verdadeiramente. Estamos vivendo um época onde se fala por falar.
Todos nós gostamos de expor as nossas idéias e de estar por cima no decorrer de uma conversa, discussão, debate. È normal do ser humano querer expor as experiências, a visão do mundo, ou a nossa própria dissertação. A dificuldade está em saber ouvir, sem interromper, sem atropelar uma idéia que se está a formar na boca de outrem, sem trilhar o fio de um pensamento.

Sabemos que um bom ouvinte pode sempre ser um bom falante. Já que quem fala muito, por norma, peca por não saber ouvir, pela falta de atenção ao que está a ser dito.

Todos ser humano espera ser ouvido e compreendido, mas são poucos os que se preocupam com a arte do “saber ouvir”. E isto pode fazer com que, quem ouve mal, ouça sempre algo mais do que aquilo que há para ouvir, dando origem as fofocas, boato, buxixo e outras coisinhas mais.

Por tudo isto, Propõe-se a reinvenção do ouvido, pois saber ouvir é uma arte em extinção. É verdade que a pressa e agitação do dia-a-dia nos obrigam a filtrar informação, mas nem sempre esta se filtra com qualidade e devida integridade. Ouvir atentamente ajudará na formulação da melhor resposta. Contribuirá para prevenir a tendência de dizer o que vem à mente sem reflexão sobre o assunto.
E nunca devemos nos esquecer que “a natureza deu-nos duas orelhas e uma só boca, para nos advertir de que se impõe mais ouvir do que falar” – Zénon. Para nos advertir que se impõe mais ouvir do que falar. Mas tem muita gente que parece q tem duas bocas e nenhuma orelha.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Para ter sucesso é preciso foco, estratégia e trabalho


Quando você tem um objetivo bem definido e coloca toda a sua energia nele, o resultado dessa dedicação acaba aparecendo.

Osho conta que certa vez estava procurando um jardineiro para cuidar de suas flores. Todo ano ele ia assistir a um concurso de rosas que existia em sua cidade natal e que premiava o criador do mais belo exemplar. Osho gostava de apreciar as flores, apesar de achar que a competição era injusta, pois o premiado era o dono do jardim e nunca o jardineiro. Havia um militar que sempre ganhava e Osho ficou curioso para saber quem era o seu jardineiro. Um ano, após ver o homem vencer mais um concurso, ele seguiu o militar até sua casa. O sujeito entrou com a sua rosa premiada sem ao menos cumprimentar o jardineiro. Osho resolveu conversar com o jardineiro para descobrir o seu segredo.

Comentou que a rosa dele havia ganho o primeiro lugar no concurso e o jardineiro nem deu atenção ao fato, pois disse que para ele o importante era cuidar das rosas e não saber o que acontecia com elas.

Então o jovem Osho perguntou qual era o seu segredo... E o jardineiro respondeu:

— O segredo é escolher o botão mais bonito e cortar todos os outros, porque a roseira tem uma quantidade limitada de seiva para os botões. Se eu deixar todos os botões, nenhum receberá a quantidade necessária de alimento para atingir todo o seu esplendor.

Em nossa carreira profissional pode acontecer o mesmo fenômeno: se você colocar a sua energia em várias atividades ou distrações ao mesmo tempo, seus esforços acabarão se dispersando e no final das contas você não verá seus esforços florescerem.


Em nossa carreira profissional pode acontecer o mesmo fenômeno: se você colocar a sua energia em várias carreiras ao mesmo tempo, seus esforços acabarão se dispersando e no final das contas você não verá seus esforços florescerem.

Por causa dessa dispersão, infelizmente eu tenho visto muitas pessoas transformando seus sonhos em pesadelos. Muitos jovens sonham com carros importados e casas luxuosas, mas no final das contas acabam andando mesmo é de ônibus. Aprenderam a sonhar, mas não aprenderam a criar os recursos necessários para criar suas vitórias.

Trabalham frustrados porque não sabem o que querem, não têm consistência em suas ações e veem o trabalho como uma obrigação desagradável.

Nesses trinta anos de carreira, tenho trabalhado com muitos profissionais e tenho visto talentos se perderem por falta de foco: alguns não têm uma estratégia, outros não se importam em desenvolver suas competências e outros ainda não sabem trabalhar com dedicação.

Se atentarmos a este último, perceberemos que o mundo do sucesso estimula a ilusão de que é possível ter sucesso sem trabalho. Resultado: muitas pessoas se frustram e outras acabam fazendo qualquer negócio para ter sucesso, e quando acordam percebem que foram usadas como uma jovem atriz pornô.

Há caminhos objetivos, que evitam que você se distraia e se perca durante a caminhada, mas o caminhar é fundamental. Não se iluda: o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
PENSE NISSO E MANTENHA O FOCO!!!!!

por Roberto Shinyashiki

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Em Que O Endomarketing Influencia Dentro Das Organizações?


A falta e/ou a má qualidade da comunicação em todos os níveis dentro da organização contribui muito para um serviço não confiável. A comunicação que se busca com o Endomarketing transcende a comunicação tradicional de apenas transmitir algo. O que se busca é o entendimento e alinhamento. Todos devem entender o que fazer por que e como seus resultados se relacionam aos dos outros e aos objetivos gerais da organização.



Endomarketing é um meio de comunicação interna voltada para seus colaboradores da empresa que busca estratégias do marketing interno para que venha ser utilizado como meio de abordagem no mercado e também no ambiente da empresa.

O endomarketing tem como objetivo trazer motivação, qualidade de vida, informação e valorização de seus colaboradores, visando uma mudança construtiva. E para isso é necessário que haja ferramentas do marketing que solucionarão problemas de comunicação e informação. Pode-se criar projetos e ações que venham consolidar um comprometimento entre seus colaboradores e a organização. A função do endomarketing é muito ampla devido a implantação de treinamentos nos setores, criando assim uma imagem positiva da empresa,atraindo então melhorias do clima organizacional entre patrão, funcionários, fornecedores e clientes. É importante ressaltar os valores e objetivos que a empresa tem com seus colaboradores, levando então assumir um compromisso para que venham alcançar as metas,mostrando assim uma confiança e valorização de seus colaboradores.

No endomarketing há uma ferramenta essencial que é os Recursos Humanos que têm como objetivo manter uma visão e fortalecimento das relações interpessoais, focando no mercado e principalmente no cliente.

A função dos Recursos Humanos é criar uma boa comunicação e manutenção interna da empresa, aplicando ferramentas do marketing, porém destacando seus valores, cultura e objetivo.

Todas as medidas são bem vindas para o ambiente corporativo, que antes de conquistar o mercado e o cliente é necessário que a empresa priorize o plano de envolvimento de sua administração, para que possa obter excelência e alcançar a satisfação de seus colaboradores.

Por: Luciene Mendes
em: http://www.mastigacaodagestao.com.br/2013/08/em-que-o-endomarketing-influencia.html

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A técnica da pergunta no feedback

O feedback é um ato de comunicação, mas a sua dinâmica é fortemente baseada em um “jogo de percepções”. São diversas as sensações e sentimentos que o feedback provoca


O feedback é um ato de comunicação, mas a sua dinâmica é fortemente baseada em um “jogo de percepções”. São diversas as sensações e sentimentos que o feedback provoca. Evidentemente se temos um recrudescimento da influencia emocional é normal que a lógica e a sensatez fique prejudicada.
E por estar vinculada a uma observação sobre um trabalho realizado sempre fica a sensação de intromissão. O sentimento de preocupação aflora: “Será que não agradei com a minha ação”? “O que será que ele quer desta vez”? “Porque ele só percebe quando erro”?
Ambiente propício para “defesas”, racionalizações e bloqueios que dificultam uma melhor compreensão da ação de feedback. É uma enorme perda pois perde-se o aproveitamento de um dos mais importantes recursos para o desenvolvimento.
Por isso algumas técnicas pode nos auxiliar a administrar o ambiente e conduzir o processo para o melhor resultado. E a que queremos apresentar agora é a “técnica da pergunta”. Vocês sabem que, muitas vezes, para a descoberta da verdade a pergunta é mais importante que a resposta.
Uma frase atribuída á Confúcio diz: “Eu não procuro saber as respostas. Procuro compreender as perguntas”.Em suma utilizar a pergunta como recurso para administrar o ambiente e a condução do feedback é exemplarmente eficaz. A pergunta, se colocada de forma amigável, conduz á um diálogo e a um equacionamento das tensões. Antes disso o diálogo transforma-se em disputa.
Por questão didática vamos dividir a prática da pergunta no feedback em três momentos:
1.  A primeira fase da técnica é a de Reconhecimento, quando procuramos posicionar o fato.
Mesmo que tenhamos muitas informações é importante começar com perguntas como:
“O que aconteceu”? / “Como está a situação?”, sempre dando espaço para o outro explicar-se. Procure primeiro entender a situação para só depois entender como aconteceu o desvio.
Não precisamos nem mesmo forçar muito. Perguntas como essas como essa levam á abertura. Muitos problemas conseguem resolver-se nessa fase quando permitimos a expressão e o entendimento.
Pergunte! Aguarde mais informações. Ouça. Sempre há mais informações quando damos oportunidade para ela aparecer. Se não ficou claro nesta fase vá á seguinte.
A fase seguinte é a Exploratória, quando procuramos entender com mais profundidade buscando, inclusive, conhecer a origem do problema. Na questão do feedback é fundamental entender o que causou o desvio, pois para solucionar é necessário trabalhar a origem. Caso contrário a possibilidade de repetir-se o problema aumenta muito.
Um pergunta poderosíssima desta fase é: “POR QUE?”. Esta simples pergunta tem um poder enorme de trazer à tona as razões, motivos, origens do fato. Provocando uma reflexão sobre todo o processo de ação. Nesta fase é comum percebermos os fatos que provocaram os desvios do alvo principal.
Sim porque não cabe a resposta “Porque sim”. Essa resposta só é permitida ás Mães para as crianças pequenas, muito pequenas. É, talvez nem isso mais.
O interessante da pergunta “Por que” é que ela pode ser repetida diversas vezes sem ser repetitiva. É, apenas, exploratória. O por que aconteceu assim? Por que Vc pensou isso? Por que achou que daria certo? Aproveite, pesquise. Vai ajuda-lo a entender e vai permitir que o outro reflita sobre questões novas.
Nesta fase também usamos um recurso que ajuda significativamente para clarear o sentido da comunicação. É a repetição da frase dita pelo outro, mesmo que com outras palavras. É o recurso de “parafrasear” o interlocutor. Repita o que foi dito para gerar reflexão. Por exemplo: “Quer dizer então que.....” ou, “Você está dizendo que achou que ele não iria....”
Esta ação permite ao indivíduo melhorar a auto percepção. Transforma-o num espectador de si mesmo, e, dessa forma, muitas vezes, permite-lhe corrigir a interpretação equivocada ou, até mesmo, não consciente até esse momento. A fase seguinte deve ser dirigida para a ação de reorientação.
Esta terceira fase denominamos de Conclusiva, porque terá que ser assim. Não há retórica nas orientações derivadas de um feedback. Temos que ser objetivos e práticos de maneira a realmente clarificar a função de Reorientação do feedback.
É fundamental esclarecer todos os pontos a começar pela preocupação, da chefia, em orientar o melhor caminho. É o exercício da função. Todos os subordinados devem ter a clara consciência de que o feedback é uma ação obrigatória da gestão. Lembrem-se de que a ação de Feedback é uma “ação cumplice”! Todos estão no mesmo barco a procura do melhor resultado!
Definir a orientação e analisar o desvio como função de aprendizagem e desenvolvimento são ganhos substanciais do processo de feedback. Não defina apenas a solução. Aproveite para trabalhar as razões que levaram ao desvio. Também se aprende muito com as falhas (ou até mais).
Aproveite o melhor possível a sua ação de Feedback. Percebeu que Você pode utilizar bem as perguntas para conduzir o processo?

domingo, 23 de junho de 2013

NÃO É SÓ POR VINTE CENTAVOS



Brasil está vivendo um período de mudanças.  Uma Revolução Pacífica está acontecendo por todo o território nacional e no dia 17/06/2013 se tornou uma manifestação de proporções épicas. Com a gota d’água do aumento de  das passagens de ônibus urbano pelo Brasil afora, O povo brasileiro indignado e saturado atingiu massa crítica e explodiu num misto de revolta e desejo reprimido. Um número gigantesco de brasileiros foi às ruas para reivindicar melhores condições de vida.#OGiganteAcordou

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

MASTIGAÇÃO da Gestão: Senso Crítico & Criatividade: Questão de Sobrevivê...

MASTIGAÇÃO da Gestão: Senso Crítico & Criatividade: Questão de Sobrevivê...: Não basta ter bons trabalhadores.  Para serem inovadoras, organizações precisam quebrar paradigmas e incentivar o pensamento criati...

“O processo de inovação não deve ser atrelado ao resultado do próximo mês, muito menos com o objetivo de superar momentos de crise. Ao contrário, uma empresa inovadora terá mais chances de sobreviver aos períodos de turbulência”.