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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Estabilidade profissional ou empregabiliade?

Sociedade




Existe estabilidade profissional nos dias atuais? Essa é a grande questão que pode ser deixada para reflexão de todos nós. Ou será que temos que nos adaptar às condições do mercado de trabalho competitivo no qual aquela figura de funcionário de carreira dentro de uma organização?   

A reflexão exige uma volta ao tempo passado. Até bem pouco tempo atrás, o indivíduo era muito estimulado a encontrar um emprego que lhe desse estabilidade, buscando uma empresa sólida, de preferência de grande porte, nacional ou estrangeira, na qual ele pudesse prever uma ascensão profissional, estabelecendo um plano de carreira.    

Como a organização lhe oferecia essa possibilidade, ele podia, em busca dessa ascensão, melhorar a sua formação acadêmica, com cursos técnicos ou superiores. E de promoção em promoção, ele teria um emprego garantido, dentro de uma organização, até conseguir a tão almejada aposentadoria. 

Com isso se passavam décadas de trabalho dentro de uma organização, que podiam ser ou não recompensadores, com insatisfações e frustrações, não importa, desde que se chegasse ao fim da vida profissional como um funcionário exemplar de carreira.     

Com o passar do tempo, devido a tantos fatores, o padrão de emprego mudou. Observou-se uma maior busca por novas oportunidades de emprego. O indivíduo passou a considerar novas oportunidades, houve uma dança de cadeiras mais forte dentro das empresas, até mesmo provocado por elas, já que o perfil de profissional de carreira deixou de ser um modelo necessário, considerando que funcionários mais antigos tendiam (e tendem) a ser mais onerosos para elas.  

Ter funcionários menos onerosos, num cenário no qual há uma grande oferta de mão de obra, ter mais opções para resolver a equação custo-benefício, agora são fatores muito mais importantes para as organizações que desejam e precisam sobreviver.   

Assim, de assalariada, a grande massa de trabalhadores precisa se acostumar a ser terceirizada, para preencher vagas de trabalhos temporários. O emprego com carteira registrada passou a ser cada vez mais difícil. Ele continua a existir, em menor escala. Mas, os benefícios são menores, ao passo que as exigências para permanecer em um emprego são bem maiores.  

Agora, o indivíduo, levado por sentimentos de insatisfação, por sentimentos de auto-exclusão, ou pela falta de capacitação para preencher uma vaga de emprego, passou a pensar em ser um trabalhador autônomo. E nessa evolução, surgiram as figuras dos grandes empreendedores, os donos de seu próprio negócio. Um novo mundo, mas que também exige disposição do indivíduo. Agora, se fala em empregabilidade.   

No
momento atual, os ingredientes exigidos pelas organizações são os mesmos, mas com outra dimensão. É importante ter funcionários tecnicamente competentes, qualificados, mas com um grande comprometimento com os seus negócios. As grandes organizações se orgulham em ter esse tipo de funcionário em seus quadros, ainda que por pouco tempo. E a eles são dispensados todo tipo de benefício.     

Agora, não parece haver receitas padrões e nem mágicas de efeito que assegurem um retorno para o indivíduo. Hoje ele pode estar ocupando uma posição de importância dentro da organização, mas, não se pode garantir por quanto tempo.       

A preocupação do indivíduo para com sua vida profissional gera uma mobilidade, se ele não está contente onde está e sabe que em outra empresa poderá ter melhores condições para seu crescimento profissional ele muda e aceita o desafio de começar de novo. Não há mais conformismo com a situação. Mudar e investir são palavras chaves para quem quer ter estabilidade.          

Fonte: http://www.dicasprofissionais.com.br/

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