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Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Reações às mudanças

Recursos Humanos





Mudanças são inexoráveis. Tudo muda, o tempo todo, em velocidade e intensidade diferentes. Assim são as estações do ano, as estações da vida, as coisas ao redor, e até as mais distantes e desconhecidas. Contudo, temos muita dificuldade em enfrentá-las.

Existem pelo menos três diferentes reações às mudanças. Aqueles que concordam e se comprometem, aqueles que ficam indiferentes podendo variar entre a colaboração e a resistência e aqueles que resistem e se levantam contra. O esquema abaixo resume bem as diferentes reações:

1) Os que concordam com a mudança – sinal verde:
a) Comprometimento: Quer a mudança. Transformará em realidade. Cria todas as “leis” e estruturas necessárias.
b) Participação: Quer a mudança. Fará todo o possível dentro de suas condições.

2) Os que estão indiferentes com a mudança – sinal amarelo:
a) Aceitação genuína: Vê os benefícios da avaliação. Faz tudo o que se espera e mais. Segue a “orientação”.
b) Aceitação formal: No todo, vê os benefícios da avaliação. Faz o que se espera e nada mais.
c) Aceitação hostil: Não vê os benefícios da avaliação. Mas também não quer perder o emprego ou a posição. Faz o que se espera porque tem que fazer, mas deixa bem claro que não está realmente “a bordo”.

3) Os que resistem à mudança – sinal vermelho:
a) Não-aceitação: Não vê os benefícios da visão e não faz o que se espera. “Não vou fazer isso; ninguém pode me obrigar.”
b) Apatia: Nem contra nem a favor da visão. Desinteressado. Sem energia. “Será que já tá na hora de ir embora?”
c) Não-aceitação hostil: Fará tudo contra a visão. Será um incansável opositor. “Tá tudo errado!”

Os que conduzem a mudança devem conhecer a posição de todos os interlocutores e adotar estratégias apropriadas para lidar com cada grupo de reações. As reações advêm dos mais diferentes caminhos pessoais, das preferências individuais, das pressões internas e externas, da percepção se estarão sendo prejudicados ou beneficiados.

Mas nunca devemos desanimar quando acreditamos realmente que aquela mudança é necessária. Vamos promovê-la com sabedoria e muito respeito pelas pessoas. Se nos falta sabedoria, vamos pedir a Deus que é especialista em mudanças. Afinal, não há como evitar a verdade que mudanças são inexoráveis.

Ilustração

Para ilustrar como temos dificuldades em lidar com mudanças, gosto de aplicar uma dinâmica em grupo que segue este roteiro: (1) as pessoas ficam de duas em duas, de frente uma para a outra; (2) solicito que observem bem o outro “dos pés à cabeça”; (3) voltam-se de costas um ao outro; (4) solicito que promovam 3 mudanças em si (uma das mais comuns é trocar o relógio de braço); (5) voltam-se novamente de frente uma para a outra (6) e solicito que observem as 3 mudanças que o outro fez. Em geral as pessoas acertam, pois sempre são mudanças bem visíveis. Ainda durante a dinâmica, (7) solicito que todas se voltem para mim e demonstro uma mudança em mim, tirando uma chave de dentro do bolso esquerdo e colocando-a no bolso direito. Neste momento demonstro que mudanças não visíveis não são lembradas, porém são as mais difíceis, pois não tem certa “popularidade”. Neste momento (8) pergunto a todos se acharam fácil mudar e observar as mudanças. A maioria responde que sim, até porque o exercício foi simples. Mas chega o momento final da dinâmica, quando pergunto (9) por que as pessoas voltaram ao estado original sem eu ter solicitado. Aquele que havia mudado o relógio de braço, por exemplo, antes que a dinâmica tivesse terminado, já voltou ao estado anterior. Todos caem na risada porque são flagrados que não mudaram nada.

Autor: Rodolfo Garcia Montosa
Fonte: http://www.institutojetro.com/Artigos/estrategia_e_planejamento/reacoes_as_mudancas.html

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dia 22 de junho é o dia mundial do Fusca.

"Dizem que fusca não é carro, eu ate concordo, pois o Fusca é um estilo de vida".



Vinte e dois de junho é celebrado como o Dia Mundial do Fusca, já que foi nesta data, em 1934, que Ferdinand Porsche assinou o contrato para o desenvolvimento do modelo na Alemanha.  

Um pouco de historia 

O Volkswagen Sedan, conhecido popularmente no Brasil como Fusca, existe há cerca de 60 anos, e desde sua invenção, o carrinho vem apaixonando pessoas em todos os cantos do mundo. O Fusca, Beetle, Bug, Escarabajo, Coccinelle – entre tantos outros nomes – teve sua origem na Alemanha nazista de Adolf Hitler, que desejava que todos os alemães possuíssem um veículo que pudesse transportar quatro pessoas e sua bagagem, que alcançasse uma velocidade contínua de 100 quilômetros por hora e que fosse acessível ao bolso do povo. Era o início de um desenvolvimento social e industrial.   

Foi então que o governo alemão contatou o engenheiro Ferdinand Porsche, que também sonhava com um veículo que fosse acessível à massa. Porsche teve bastante liberdade para construir os protótipos. Seu projeto teve origem no início da década de 1930 e foi desenvolvido pelo engenheiro em sua própria garagem, em Stuttgart, na Alemanha, onde ainda hoje é a sede da Porsche. A proposta inicial previa motor de apenas dois cilindros, refrigerado a ar, que acabou não aprovado. Optou-se então pelo motor traseiro de quatro cilindros, contraposto dois a dois (chamado de boxer), também refrigerado a ar. A resistente suspensão, por barras de torção, reforçava a idéia de criar um carro econômico, resistente, barato e popular.          

O Fusca ficou pronto e disponível para testes somente em 1935, ainda de forma artesanal. Somente em maio de 1938 foi aprovada a construção de uma fábrica em Fallersleben região entre o rio Reno e o mar Báltico –, onde iniciaria, finalmente, a produção do carrinho. O modelo inicial era muito simples, sem janela ou luzes traseiras e com portas que abriam ao contrário do modelo dos carros atuais. Mas com o início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, o carro não chega a ser fabricado e a nova fábrica estréia produzindo veículos militares, com destaque para o Kubelwagen (tipo de camburão, que teve 55 mil unidades produzidas) e para os Schwimmwagen (carro anfíbio, com 15 mil unidades). A produção de veículos de guerra chegou a 100 mil unidades.              

 No final da guerra, em 1944, a fábrica em Fallersleben ficou quase completamente destruída pelos bombardeios. Neste momento, o major inglês Ivan Hirst retomou a produção dos Fuscas, os primeiros do período pós-guerra. O carro retomou seu propósito desenvolvimentista, sendo utilizado para serviços essenciais como atendimento médico. Mas o fusquinha não recebia muita confiança dos ingleses, franceses, soviéticos e norte-americanos, que não acreditavam no projeto. Sem outra alternativa, o governo alemão retomou o controle da fábrica com o nome de Heinz Nordhoff no comando.           

Nordhoff desenvolveu muitas mudanças no projeto do carro para que o Fusca se tornasse um automóvel com ares de grande produção. Logo depois, em 1945, já eram fabricadas 25 mil unidades anuais. Em 1948, o primeiro modelo conversível. Assim, o Fusca contribuiu com o desenvolvimento da Alemanha pós-guerra, já que a fábrica da Volkswagen auxiliou na recuperação econômica do país, tornando os alemães os maiores exportadores de veículos da época.      

A Holanda foi o primeiro país a se apaixonar pelo Fusca, onde o carro ficou ainda mais popular. As primeiras exportações para os Estados Unidos ocorreram em 1949, mas o veículo só fez sucesso em terras americanas em meados dos anos 1950. Em 1953, várias melhorias foram adaptadas ao veículo como diminuição do ruído do motor, aperfeiçoamento nos freios e quebra-vento. No dia 23 de março de 1953, a Volkswagen inaugurou sua primeira filial no Brasil.                  

Em 1954, a produção do Fusca chega a 200 mil unidades, sendo 6 mil só para os Estados Unidos. A confecção do Fusca é ampliada também com a inauguração de uma fábrica na Austrália. Em 1956, os EUA já compravam 50 mil Fusquinhas, mas foi em 1956, com ocorreu uma explosão de interesse dos americanos, quando a fila de espera para conseguir um Fusca chegava a cerca de 6 meses. A partir daí, as vendas do carrinho, apelidado de Beetle pelos americanos, passou a crescer cada vez mais.                  

Ao longo destes 60 anos de vida, o fusca tradicional teve muitas alterações, mas manteve o mesmo visual básico. Do pequeno motor até o atual, sua mecânica passou por inúmeras modificações, mas o seu conceito básico permaneceu o mesmo. O Fusca – ou Volkswagen Sedan – foi o primeiro modelo fabricado pela companhia alemã Volkswagen e foi o carro mais vendido no mundo, ultrapassando, em 1972, o recorde do Ford T, outro fenômeno. O último modelo do Fusca foi produzido no México em 2003.


O motor 1300 do fusca nota-se a correia de borracha o que propicia a refrigeração a ar atraves do giro da ventionha do motor localizada atras da lata

O modelo mais clássico, de 1969 com pneus de faixa branca e acessórios cromados. um modelo como este todo original chega a custar mais de R$ 100.000,00 (cem mil reais).

sábado, 12 de junho de 2010

Simplicidade


Cada semana, uma novidade.        
A última, foi que pizza previne câncer do esôfago.         
Acho a maior graça.   
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas, peraí, não exagere…

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal prá minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.      
Ler um bom livro, faz-me sentir novo em folha.    

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas, depois, rejuvenesço uns cinco anos! Viagens aéreas não me incham as pernas;           
incham-me o cérebro, volto cheio de idéias! 
Brigar,me provoca arritmia cardíaca.

Ver pessoas tendo acessos de estupidez, me embrulha o estômago!
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro, me faz perder toda a fé no ser humano…        
E telejornais…

Os médicos deveriam proibir… como doem!  
Caminhar faz bem, namorar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã, arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite, isso sim, é prejudicial à saúde.

E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas,pior ainda.     


Não pedir perdão pelas nossas mancadas, dá câncer, guardar mágoas, ser pessimista, preconceituoso ou falso moralista, não há tomate ou muzzarela que previna!


Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo,não ter ninguém atrapalhando sua visão,nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!

Cinema é melhor prá saúde do que pipoca.   
Conversa é melhor do que piada. 
Exercício é melhor do que cirurgia.      
Humor é melhor do que rancor.   
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é o melhor de tudo e muito melhor do que nada!


Luiz Fernando Veríssimo



terça-feira, 1 de junho de 2010

Gestão Orgânica

Gestão Empresarial




Muitas vezes não enxergamos a ordem de uma organização, isso não quer dizer que não exista. “Para que as organizações funcionem de forma eficaz, elas têm que identificar e gerenciar processos inter-relacionados e interativos.” (NBR ISO 9000:2000, item 2.4)

Identificar é o primeiro verbo=ação (“elas TÊM que identificar…”). Identificar os processo inter-relacionados e interativos. Isso quer dizer que já existem processos naturais em cada organização. É preciso identifica-los, para depois gerencia-los.

Organizar é verbo transitivo, que significa dispor as coisas de forma a que elas concorram para determinado fim.

Organizar vem de órgão, substantivo masculino, que se refere a cada uma das partes de um organismo que exerce uma função própria.

Organismo, também substantivo masculino, é conjunto de órgãos que constituem um ser vivo; corpo organizado que tem existência própria; conjunto de partes organizadas que tendem para determinado fim.

Assim, uma empresa, um negócio, uma organização tem o seu paralelo natural com um ser vivo. Ela é um ser vivo, uma pessoa (jurídica).

O coração não precisa pedir permissão para exercer a sua função. O coração, o fígado, os rins, o pulmão, “a turma toda”, são co-ordenados pelo cérebro (“apropriada combinação de meios”), que analisa, identifica as necessidades prementes de cada processo e distribui endorfinas, para que o conjunto das partes tendam para determinado fim… Tudo em perfeita harmonia.

Se você já assistiu a qualquer um desses documentários sobre o corpo humano, talvez se lembre do “caos” que é o trânsito de glóbulos vermelhos na corrente sanguínea. Você consegue imaginar as hemácias alinhadas? Eu não. No entanto, existe ordem, porque elas concorrem (correm juntas) para determinado fim, regular, dispostas numa determinada forma. Mesmo que eu não a entenda, não quer dizer que não existe uma forma ordenada.

A endorfina é um neurotransmissor, é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso.

A endorfina é produzida em resposta a um estímulo, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem estar.

Durante o orgasmo essa substância é liberada na corrente sangüínea, provocando uma intensa sensação de relaxamento no casal. Alguns até adormecem…

Os efeitos principais das endorfinas são:
Melhoram a memória;
Melhoram o estado de espírito (bom humor);
Aumentam a resistência;
Aumentam a disposição física e mental;
Melhoram o nosso sistema imunológico;
Bloqueiam as lesões dos vasos sanguíneos;
Têm efeito antienvelhecimento, pois removem superóxidos (radicais livres);
Aliviam as dores.

Assim, numa organização (grupo de instalações e pessoas com um conjunto de responsabilidades, autoridades e relações, conforma a ISO 9000) um sistema de gestão deve(ria) proporcionar o mesmo efeito (guardadas as devidas proporções, rsrsrs) das endorfinas.

Fonte: http://www.mh.etc.br/blog/desenvolvimento-organizacional/gestao-organica