Sejam Bem Vindos

Olá,
Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A Tirania do Urgente

Você já desejou, por acaso, que o dia tivesse 36 horas? Certamente esse tempo extra aliviaria a pressão tremenda sob a qual vivemos hoje em dia. Pense bem as quantidades de tarefas inacabadas que terminaríamos num dia mais comprido. Você já desejou, por acaso, que o dia tivesse 36 horas?

Certamente esse tempo extra aliviaria a pressão tremenda sob a qual vivemos hoje em dia. Pense bem as quantidades de tarefas inacabadas que terminaríamos num dia mais comprido – correspondência atrasada, amigos por visitar, livros ainda não lidos, artigos para o jornal não escritos. Poderíamos, até usar essas horas extras para ganhar um pouco mais de dinheiro que nos ajudaria a pagar as despesas da vida cotidiana.Será que tais horas extras resolveriam nosso problema? Ou estaríamos tão frustrados com um dia de 36 horas como o somos com dias de 24 horas? Quando paramos e meditamos profundamente compreendemos que o nosso dilema é muito mais profundo do que uma simples questão de tempo limitado; é basicamente uma questão de prioridades.

Não é a falta de tempo, nem o trabalho árduo que desgasta nossas forças. Todos nós já experimentados trabalhar horas a fio, totalmente entregues a um projeto importante. O cansaço resultante dessa atividade é completamente recompensado pela alegria proveniente de um empreendimento bem sucedido. Não o trabalho laborioso, mas sim, a dúvida e a indecisão produzem a ansiedade e daí sentimo-nos deprimidos pela soma de tarefas não realizadas do mês ou do ano que se passou.

Aos poucos, vamos percebendo que deixamos de fazer o que realmente era importante. É assim que confessamos, à parte da confissão dos nossos próprios pecados, que “deixamos de fazer o que devíamos; e fizemos o que não devíamos”. A grande verdade é que somos arrastados pelo vendaval das exigências da nossa sociedade para os recifes da frustração.Vivemos numa tensão constante entre o urgente e o importante. O problema está em que o importante pode ser prorrogado até amanhã. Aquelas horas extras de oração, o amigo não cristão que precisa ser visitado, o livro que requer atenção; tais projetos não precisam ser consumados hoje. Porém, as tarefas urgentes exigem uma ação imediata.

Nosso lar deixa de ser um castelo enquanto o telefone penetra em seu interior com seus chamados imperiosos. Tais chamados nos parecem tão importantes e irreversíveis que devoram nossas energias. Porém, na perspectiva do tempo, o valor desses chamados desaparece e constatamos, então quantas coisas importantes deixamos de realizar e daí, reconhecemos quão escravos temos sido da tirania urgente.

O EXEMPLO DE CRISTO:Será que há um meio de evasão dessa maneira de viver? Encontramos a resposta na vida do Nosso Senhor. Na noite que aconteceu sua morte, Jesus Cristo proferiu uma reivindicação admirável. Disse Ele em sua gloriosa oração de João 17: 4: Eu te glorificarei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer. Como poderia Jesus empregar a palavra consumado? Seu ministério de três anos parecia demasiado curto. Uma prostituta na casa de Simão encontrou perdão e vida nova. Porém, quantas outras prostitutas perambulavam, ainda pelas ruas? Para cada 10 músculos atrofiados que foram curados por Jesus, centenas permaneciam impotentes. No meio de tantas enfermidades e dores terríveis e com tantas tarefas benfazejas ainda não completadas e, ainda, a imensidão de necessidades humanas ainda não satisfeitas, Jesus teve paz por saber que havia consumado a obra de Deus.

Os relatos dos Evangelhos demonstram que Jesus trabalhou arduamente. Do amanhecer até o crepúsculo Jesus ensinou e curou. Somente em uma ocasião sua grande preocupação fez com que trabalhasse até tão tarde de modo que viesse a perder o jantar e assim levasse seus discípulos a pensar que estivesse fora de si (Mc. 3: 21). Algum tempo depois, após uma seção árdua de ensino, Jesus dormiu durante uma tempestade (Mt 4: 37, 38). Que belo exemplo de extremo cansaço. Porém, a vida de Jesus nunca demonstrou ser agitada – Jesus sempre tinha tempo disponível para as pessoas. Poderia gastar horas conversando com uma pessoa, como aquela mulher samaritana, ao lado do poço. A vida de Cristo foi maravilhosamente equilibrada e Ele fazia tudo em tempo oportuno.

Qual teria sido o segredo de Sua vida e de Sua obra na causa de Deus? Encontramos uma sugestão em Marcos 1: 35 Tendo se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto, ali orava. Jesus em atitude de oração, esperava instruções de Seu Pai e a força necessária para realizá-las. Jesus não teve a vida toda delineada, como se fosse um mapa; antes, Seu discernimento da vontade do Pai, dia após dia, era fruto da Sua vida de oração, e capacitou-lhe evitar o urgente e consumar o importante.
A morte de Lázaro demonstra claramente o princípio que afirmamos. O que poderia ser mais importante do que o recado urgente que Maria e Marta,Senhor, está enfermo aquele a quem amas; (Jo 11: 3). João, entretanto, relata a resposta do Senhor, com estas palavras: “Ora, amava Jesus a Marta e sua irmã e a Lázaro. Quando pois, soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava; (Ver 5, 6). 

Qual era a necessidade mais urgente? Obviamente era evitar que morresse aquele irmão querido. Porém, o mais importante, do ponto de vista divino, era a ressurreição de Lázaro dentre os mortos. E Jesus a realizou como sinal confirmador de Sua grande afirmação: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá (v. 25).

Poderíamos indagar porque o ministério do Nosso Senhor foi tão curto; porque foi permitido que tantos sofredores e miseráveis continuassem em sua miséria. As Escrituras não nos dão uma resposta para essas perguntas e as entregamos aos mistérios dos propósitos soberanos de Deus. Sabemos, porém, que o fato de Jesus esperar as instruções do Pai, o libertou da tirania do urgente. Foi isto que lhe deu orientação, constância e o capacitou para fazer todas as tarefas que Deus lhe dera. Portanto, na última noite pode Ele dizer: Eu te glorificarei na terra, consumado a obra que me confiaste para fazer.

A EVASÃO DO URGENTE:Os universitários cristãos vivem sob uma pressão tremenda. Os níveis acadêmicos, cada vez mais altos, dificultam o ingresso nas faculdades e continuam a gerar uma competição cada vez mais aguda. Cada dia chega mais rapidamente ao seu fim, deixando muitos escritos e pesquisas inacabadas. As finanças representam outro problema sério. De onde virá dinheiro para pagar as taxas, os livros e a pensão? O universitário cristão luta para sair acadêmica e financeiramente bem. Além de tudo isso, sente ele um senso de responsabilidade para com seus amigos. O testemunhar de Cristo demanda tempo. O grupo de estudos bíblicos, o culto de oração diário, os diálogos com os amigos não cristãos tudo isso consome tempo, consome horas preciosas.

Como podemos discernir o que verdadeiramente é importante e relacionar tais coisas com verdadeiras prioridades?

Em primeiro lugar, temos que resolver um problema em princípio. No sermão da Montanha, Jesus Cristo ensina o princípio básico da vida cristã:Buscai, pois, em primeiro lugar, Seu reino e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Mt 6: 33). Não devemos pensar em termos geográficos a respeito do Reino de Deus atuando na vida diária de seu povo. O cristão tem que se entregar a Deus em primeiro lugar, e, depois, ter como propósito encarar a vida sob o ponto de vista de Deus. É importantíssimo que isto seja feito nos dias de estudante, pois as pressões da vida aumentam com o casamento, a família e as responsabilidades profissionais. A maior experiência no trabalho e na igreja traz tarefas ainda mais exigentes. Porém, uma vez submetidos à vontade de Deus, como escaparemos do urgente?
Encontramos outra sugestão em João 8: 31 ,32: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Não a verdade no sentido de um conjunto de instruções, mas a verdade que vem como resultado de uma relação pessoal com Jesus Cristo, é que nos liberta, Jesus aponta uma vida livre e frutífera. É meditando com espírito de oração sobre a Palavra de Deus, que encontramos a perspectiva divina. P.T Forayth disse certa vez: O pior dos pecados é aquela de não orar, pois quando falhamos nisto estamos confessando que não necessitamos da orientação e da força divina.Esperar em oração as instruções de Deus é algo indispensável ao serviço efetivo. É como o intervalo no jogo de futebol, que nos ajuda a tomar fôlego e estabelecer nova estratégia. Nesta comunhão diária o Senhor nos liberta dessa tirania urgente. Ela nos mostra a verdade a respeito de Si mesmo, da vida e de nós mesmos, e, ainda mais, indica nossos deveres.
A necessidade não constitui em si mesmo uma chamada. Deus é que impressiona em nossas mentes as tarefas que devemos empreender, e Ele conhece as nossas limitações. Deus não nos sobrecarrega até desfalecermos com um esgotamento nervoso ou com um colapso cardíaco. Aquilo tudo vem como resultado de nossas compulsões internas conjugadas com as pressões circunstanciais.

O princípio de parar um pouco a fim de fazer uma avaliação é reconhecendo como uma estratégia sábia pelo comerciante moderno. Quando o Sr. Grenwalt era presidente da Companhia Du Pont disse: “Um minuto gasto em planejamento poupa três ou quatro na execução”.muitos homens de negócios tem revolucionado seus negócios e multiplicado seus lucros pelo simples fato de reservar a tarde de cada sexta-feira somente para o planejamento das atividades mais importantes da semana vindoura. Se um executivo estiver ocupado demais para gastar tempo demais para planejar, é bem possível que seja substituído muito breve por outro que venha ocupar melhor o seu lugar.
Se o cristão é ocupado demais e não para com a finalidade de fazer um inventário de sua vida espiritual e poder assim receber instruções de Deus, tornar-se-à mais um escravo da tirania do urgente. Poderá trabalhar dia e noite e lograr algo que pareça importante a si mesmo e até aos outros, porém não cumprirá a obra que Deus lhe delineou.

Uma hora tranqüila para a meditação e oração no início de cada dia, reajusta a nossa relação com Deus. Essa hora nos ajuda a nos entregarmos diariamente à Sua vontade, quando cogitamos a respeito das horas vindouras.Nestes momentos quietos tenho o costume de colocar em uma lista, em ordem de prioridade, as tarefas que tem que ser consumadas, levando sempre em consideração os compromissos já tomados.
Um general competente sempre redige o seu plano de batalha antes de se encontrar com o inimigo; não vai ele adiando decisões básicas até a hora do fogo. Porém está preparado para qualquer mudança de planos se alguma emergência assim o exigir. Por isso, estou sempre prevenido contra qualquer interrupção de emergência ou mesmo por uma visita inesperada. Por outro lado, procuro implementar os planos já elaborados, antes que a batalha diária contra o relógio comece.

Além de minha hora tranqüila diária, procuro sempre reservar uma hora por semana para fazer meu inventário espiritual. Com a caneta na mão, faço uma avaliação do passado, destacando qualquer verdade que Deus está tentando ensinar-me e, também delineio alguns planos para o futuro. Procuro também tirar um dia por mês para fazer a mesma coisa, só que em escala maior.Neste aspecto tenho falhado muito. Paradoxal e ironicamente, quanto mais ocupados somos, mais tempo necessitamos para este exercício; porém, encontramos mais dificuldades para cumpri-lo.Como um fanático quando desorientado, dobramos a velocidade do nosso corre-corre; e o serviço frenético na causa de Deus pode ser uma fuga ao próprio Deus. Porém, quando tenho bom êxito, o pensamento orientado pela oração proporciona nova perspectiva ao meu trabalho. No decorrer dos anos, a maior e mais contínua luta em minha vida cristã, tem sido esta de dispor o tempo adequadamente para diariamente esperar em Deus, e para fazer esse inventário espiritual e, ainda tirar um dia para planejamento mensal.Desde que isto é algo muito importante, Satanás tudo fará para atrapalhar nosso plano. Todavia, sei, pela minha experiência, que é somente desta forma que posso escapar à tirania do urgente. Foi assim que meu Senhor logrou grande sucesso. Ele não consumou todas as coisas que porventura gostaria de ter realizado, nem todas as tarefas que a Palestina exigia, porém consumou a bra que me confiaste para fazer
A única alternativa contra a frustração é a de possuirmos a certeza de que estávamos fazendo aquilo que Deus quer. Não há substituto algum para aquela plena convicção de que neste dia, nesta hora, estou cumprindo a vontade de meu Pai. É somente assim que posso pensar em todas as tarefas não terminadas com um espírito tranqüilo e entregá-las nas mãos de Deus. Ao findar nossas vidas, o que nos poderia nos dar mais prazer, do que a convicção de termos cumprido a obra que Deus nos determinou? Isto só é possível pela graça de Nossos Senhor Jesus Cristo. Ele nos prometeu a libertação do domínio do pecado. O Caminho esta aberto. Se continuarmos na sua palavra, somos verdadeiramente Seus discípulos e Ele nos libertará da tirania do urgente para fazermos o importante, ou seja, a vontade de Deus.
____________________
Portal ShalomUNITED - Comunidade Batista Shalom Internacional
http://www.shalomunited.com/new Powered by Joomla - 2009.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Planejamento Estratégico


A maior dificuldade do mundo não é fazer com que as pessoas aceitem novas idéias, mas sim fazê-las esquecer as velhas.  (John Maynard Kaynes).



A atitude mais comum que as pessoas têm, a grande maioria, é sair fazendo e consertando as coisas no meio do caminho. Não é assim com você? Não é assim com as pessoas que o cercam? Este tipo de atitude acontece normalmente porque nós não fomos educados a programar nossa vida para as décadas, anos, meses, semanas e em muitos casos para o próximo dia ou próxima hora. Quantos livros e apostilas você já leu sobre administração do tempo? Quantas vezes você tentou realizar um “orçamento para suas economias domésticas?” Suas viagens de férias, quantas vezes teve que interromper ou adiar? O fato é que o mundo está em constante mudança, o que você programou para a próxima hora pode ser que necessite de revisão, novas situações poderão surgir e você terá que mudar a sua programação.           

Mesmo com toda esta dinâmica que a vida nos proporciona, se você não tiver um plano traçado que lhe dê a direção, dificilmente conseguirá chegar onde pretende. Aliás, você já estabeleceu onde pretende chegar, não é mesmo?     

Podemos comparar o planejamento com uma viagem. Esta viagem pode ter vários caminhos, pode durar um dia, uma semana, um mês ou um ano. Ela pode ser feita de ônibus, carro, avião ou navio. Pode ter um custo razoavelmente baixo ou alto, e no final pode lhe trazer a satisfação desejada ou uma grande frustração.Não adianta simplesmente sair em viagem para depois escolher o destino, o caminho que irá seguir, o meio de transporte e tentar arrumar os recursos financeiros que precisará, isto precisa ser feito antes e com muita precisão.    

Nas atividades das organizações também é assim, é necessário planejar antes de sair fazendo. 

A Bíblia nos diz:     

“Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar".(Lucas 14:28-30)   

Mesmo que você não esteja acostumado a planejar, saiba que é necessário iniciar. Uma coisa que nos impede de mudar nossas atitudes são os paradigmas que construímos.            
Os paradigmas são os conceitos que estabelecemos sobre um determinado tema e que nos impedem de enxergá-los por outras perspectivas. São modelos estabelecidos, princípios, padrões, costumes ou dogmas que criamos para nós mesmos.         

É necessário quebrar o paradigma do improviso e ter muito claro quais são nossos propósitos como pessoa e organização. As pessoas que interagem conosco e com as organizações que representamos, devem identificar de forma rápida e clara qual o nosso destino. O improviso será utilizado no momento necessário, porém o alicerce deverá ter sido construído.     

A quebra de paradigmas requer pré-disposição para ver, ouvir e sentir novas alternativas. Dificilmente uma experiência será igual à outra, portando, é necessário abandonar nossos pré-conceitos e experimentar novas formas de enxergar as coisas.   
Para ter sucesso no uso do planejamento é necessário que a velha forma de pensar que “Isto não vai dar certo”, “Não sei planejar”, “Comigo é no improviso” sejam abandonadas. É necessário o compromisso.         

Uma vez iniciado o processo de planejamento estratégico em uma organização, dificilmente ela voltará atrás. 

Como a maioria das coisas na vida, este processo depende das pessoas, depende daqueles que se envolvem e estão dispostos a pagar o preço. O resultado será sem dúvidas, a colheita de bons resultados.   

O planejamento estratégico é, neste momento, a ferramenta de gestão de maior utilização nas organizações em todo o mundo, é a ferramenta da alta direção. Conselhos, presidentes e diretores utilizam-se dele como guia para todas as outras instâncias. Se a alta gestão não tiver muito claro o que espera da organização, dificilmente alguém conseguirá indicar o “norte”. Além disso, fica muito claro e fácil de administrar quando se sabe o caminho a trilhar e todos estão comprometidos.          

Afinal o que é o P.E. – Planejamento Estratégico?           

Existem as mais variadas definições para esta ferramenta:            

Planejamento Estratégico é a ferramenta que auxilia na compreensão da essência da organização e através deste entendimento, buscar o equilíbrio entre os recursos, meios, tempo e fins com o objetivo de cumprir o seu papel na sociedade.        

Planejamento estratégico não é uma caixa de mágicas nem um amontoado de técnicas – quantificar não é planejar; Não é previsão – ele se faz necessário por não se ter à capacidade de prever; Não opera com decisões futuras. Ele opera com o que há de futuro nas decisões presentes; Ele não é uma tentativa de eliminar o risco. É fundamental que os riscos assumidos sejam os riscos certos (DRUCKER, 1977). 

Podemos dizer que planejamento estratégico é uma forma de pensar o futuro sob a luz dos processos decisórios e alternativas com o objetivo de alcançar os resultados esperados.  

Se pudéssemos concentrar todo o conceito do planejamento estratégico em uma única frase, poderíamos definir assim:           

Planejamento Estratégico é uma ferramenta para a alta gestão que atinge todos os níveis da organização. Define o verdadeiro sentido existencial desta organização e gera subsídios para análise das situações momentâneas e de futuro, através de visões internas e externas com o intuito de criar cenários que se desejam alcançar com os objetivos estabelecidos, levando-se em consideração os recursos, o tempo, os meios e os fins.  

Devemos considerar que o mundo não permanece estático. O planejamento estratégico é um processo contínuo e sistemático, que deve ser revisto periodicamente, tendo como base as mudanças por que passam as organizações. Se não fosse assim, não haveria a necessidade do planejamento, precisaríamos apenas de ferramentas para olharmos o que aconteceu no passado, como um espelho retrovisor.

URL: http://www.institutojetro.com/Artigos/estrategia_e_planejamento/planejamento_estrategico.html
Site: www.institutojetro.com
Título do artigo: Planejamento estratégico    
Autor: José Valdir Fonteque