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Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

sábado, 30 de abril de 2011

Formadores de Opiniões

O poder de impacto sobre o outro 

Algumas pessoas não se sentem confortáveis ao pensar que são, de uma forma ou de outra, formadoras de opiniões, pois o peso da responsabilidade que envolve esta importante característica pode ser demasiadamente grande e insuportável (sem suporte) para alguns de nós.

Ser formador de opinião não é uma condição apenas de jornalistas, críticos e professores. Formamos opiniões sempre que afirmamos para o outro qual é o nosso conceito e/ou nossa avaliação sobre alguma coisa.

O que acontece é que, dependendo da posição em que estivermos, o impacto daquilo que será expresso por nós será maior ou menor, sendo que esta posição pode ser física tal como o lugar onde estivermos ou, ainda, psicológica tal como a posição social ou familiar que assumimos.

Isto pode ser relativamente simples de se compreender, pois há nítida e forte diferença em, por exemplo, uma pessoa dizer o que pensa em casa para sua família e expressar o mesmo conteúdo numa entrevista que será veiculada num grande jornal ou revista.
O impacto de um ou de outro é totalmente diferente e, por isso, é importante refletirmos e ponderarmos muitos pontos antes de falar o que pensamos, mesmo num país em que há liberdade de expressão.

É conveniente também pensarmos que o poder de impacto da opinião de pais e professores é muito grande, pois aos olhos de muitas crianças e jovens que a eles têm contato diariamente, os pais e os professores são exemplos daquilo que é certo e adequado de se fazer e, também, de ser.

Como pessoas comprometidas com a boa e plena formação de nossos jovens não podemos fazer vistas grossas a esta realidade, ainda que algumas circunstâncias tentem nos desmotivar.

Tais circunstâncias podem ser tanto a indisciplina em sala de aula, como o pouco caso que nossos filhos demonstrem vez ou outra àquilo que falamos e tantas outras situações que conhecemos bem de perto.
Na sala de aula ou em casa, nossas crianças e nossos jovens sempre esperam de nós um comportamento digno de ser copiado e, ainda que não viemos a desejar tal encargo sobre nós, a verdade é que mesmo assim ainda somos, na figura de pais e professores, as pessoas que mais formam opiniões.
Ao dizer isto, o que se vem à memória são os poderosos veículos de comunicação que exercem poder sobre a grande massa populacional, formulando e reformulem as opiniões.
Contudo, a verdade é que mesmo “escondidos” em nossos ambientes, ou seja, em nossas casas ou na escola, somos nós que de alguma maneira moldamos o caráter daqueles que serão os cidadãos da nossa sociedade.

O impacto pode não ser tão quantitativo como ocorre com a imprensa, por exemplo, mas a qualidade daquilo que estamos formando dentro de cada um de nossos filhos e alunos é inquestionável, pois é como a propaganda “boca a boca”, na qual o efeito é comprovadamente muito mais efetivo.

É por tudo isso que precisamos reafirmar diariamente dentro de nós mesmos o nosso papel na vida daqueles que estão em contato conosco, seja em nossas casas ou nas nossas salas de aula.

Não dá apenas para transmitir conhecimentos didáticos sem pensarmos que nossos alunos estão lendo muito mais do que aquilo que está escrito no quadro-negro.

Nossos alunos e filhos lêem diariamente as nossas expressões faciais e corporais, a tonalidade da nossa voz, a fúria ou o amor com que nos referimos a eles mesmos, os comentários sobre a novela que passa ou que passou na televisão, a notícia que causou horror a todos os que a ela tiveram algum acesso e tantas outras possibilidades de leitura.

O mais curioso em tudo isso é que não raras as vezes vemos nossos pequenos questionando nossos comportamentos e dizendo-nos que somos meio que ultrapassados em muitos de nossos conceitos, mas é certo que qualquer comportamento negativo que possamos ter será de grande prejuízo a cada um de nossos filhos e alunos, e eles de uma forma ou de outra sabem muito bem disso.

Desta maneira, fazer uma autoavaliação contínua e carinhosa é sempre uma excelente alternativa para cada um de nós, pais e professores, muito melhor do que fingirmos que não exercemos sobre o outro um impacto que tanto pode ser benéfico quanto maléfico.

Lá no futuro, quando não mais pudermos fazer nada por eles, tudo o que foi ensinado por nós por meio de palavras e/ou gestos estará continuamente guardado a sete chaves por eles, ajudando-os no seu mais pleno desenvolvimento.


Por: Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).

terça-feira, 26 de abril de 2011

O ser humano faz toda a diferença

Nas últimas décadas, as empresas passaram por grandes transformações econômicas e tecnológicas. Na Revolução Industrial, iniciada no século XVII na Inglaterra, por exemplo, iniciou-se um processo de mudanças com a entrada de máquinas que aceleraram a produção, mudando o cenário econômico e social.

Por um longo tempo, a única coisa que interessava era a produção e o lucro. Não havia muito investimento no ser humano e os trabalhadores enfrentavam longas jornadas em troca de baixos salários. Com a entrada da tecnologia, veio o que muitos chamam de Revolução Tecnológica. A produção aumentou ainda mais, exigindo mão-de-obra qualificada.

Hoje, as empresas possuem produtos e serviços de alto padrão. A maioria tem tecnologia avançada, preço atraente e muita qualidade. Contudo, todas essas vantagens não existem sem o ser humano. Para conseguir, de fato, se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso algo mais: as pessoas.

Não dá para falar em crescimento sem deixar de lado o ser humano. O gestor que deseja aumentar o lucro do seu negócio precisa entender que são as pessoas de sua equipe que o ajudarão a alcançar as metas desejadas. As máquinas com alta tecnologia continuam importantes e necessárias no processo, mas a empresa que investe apenas nisso corre o risco de ter prejuízos.

A prosperidade de um negócio está ligada diretamente ao capital humano. São as pessoas que idealizam e realizam as atividades que impulsionarão o crescimento da companhia. Por isso, o ser humano é fundamental no processo e indispensável, mesmo com as mais altas tecnologias à disposição no mercado.

Pensando nessa realidade, muitas empresas investem em programas de treinamento e aperfeiçoamento de seus funcionários. Mais do que um simples custo, a medida é considerada um grande investimento. Muitas organizações, contudo, ainda são resistentes a treinarem seus funcionários por medo de perdê-los após estarem mais preparados antes que dêem o retorno desejado. Por outro lado, os gestores que apostaram na capacitação dos seus colaboradores conseguiram formar equipes mais motivadas.

As mudanças são perceptíveis. Há um aumento, por exemplo, na qualidade dos serviços, pois os colaboradores ficam mais seguros e satisfeitos por saberem que são valorizados. Além dos treinamentos, o gestor precisa aprender a gerenciar habilidades e competências. É preciso conhecer a personalidade dos colaboradores para, então, colocá-lo para realizar tarefas com as quais tem aptidão e afinidade.

É preciso, portanto, um esforço no sentido de tentar identificar os pontos fortes de cada funcionário e motivá-lo a desenvolver suas habilidades. Há gestores que tentam montar uma equipe dos sonhos e vão buscar pessoas fora da empresa quando, na maioria das vezes, os talentos estão ao lado, bastando apenas de incentivo e aprimoramento. Afinal, o ser humano, hoje, faz toda a diferença no mundo dos negócios.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

As Gerações X Y Z


Recentemente tem havido uma necessidade de se nomear as gerações de forma a não alinhar com as mesmas características indivíduos de épocas diferentes. Até há pouco tempo atrás, quando nos referíamos a crianças, adolescentes ou pessoas de meia ou terceira idade acabávamos generalizando comportamento e características, independente da época em que viveram.     Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido. Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.

Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes specíficos. As principais classificações das gerações são:              

Geração X          
A primeira denominação moderna foi a que se denominou Geração X. Esta geração é composta dos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial. (Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom estamos nos referindo). Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento, localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980.        

Geração Y          
A Segunda geração foi a denominada Geração Y, também chamada de Geração Next ou Millennnials.
Apesar de não haver um consenso a respeito do período desta geração, a maioria da literatura se refere à Geração Ycomo as pessoas nascida entre os anos 1980 e 2000. São, por isso, muitos deles, filhos da geração X e netos da Geração Baby Boomers.

Geração Z           
Formada por indivíduos constantemente conectados através de dispositivos portáteis e, preocupados com o meio ambiente, a Geração Z não tem uma data definida. Pode ser integrante ou parte da Geração Y, já que a maioria dos autores posiciona o nascimento das pessoas da Geração Z entre 1990 e 2009.

Geração XY        
Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.        

Geração Alfa (ou Alpha Generation)           
Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a próxima geração, de nascidos a partir de 2010, já tem nome: >Geração Alfa. Poderão ser filhos, tanto da geração Y, como da Geração Z.