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Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A Zona de Influência


É uma ilustração clássica da sensação de poder pessoal ou de impotência para influenciar a nossa própria realidade.
Se retirarmos de tudo o que existe no Mundo aquilo que de alguma forma nos afecta, temos a nossa zona de preocupação. Fora deste círculo situam-se as coisas que nos são indiferentes.
Na zona de influência encontra-se aquilo que de alguma forma depende de nós próprios. Aqui podemos criar, provocar ou influenciar tudo o que ocorre: vemo-nos como atores. Fora do círculo de influência sentimo-nos vítimas dos acontecimentos; não dependem de nós mesmos..


Alguns têm um círculo de influência muito pequeno e uma grande zona de preocupação. A sua experiência do mundo é de fatalismo, impotência ou simples contemplação passiva. Outros sentem-se mestres do seu próprio destino e constantemente alargam o seu círculo de influência.


O ponto-chave deste modelo está no fato de a zona de influência não ser fixa. Expande-se ou contrai-se segundo a nossa percepção e especialmente de acordo com aquilo em que nos focalizamos. Se tratamos de explicar porque é que não se pode mudar algo, encontraremos boas razões e o nosso círculo de influência contrai-se. Se buscamos maneiras de influir nas coisas, mais cedo ou mais tarde encontraremos pistas e soluções: o nosso círculo de influência expande-se.

"As pessoas sempre justificam os fatos a partir das circunstâncias. As pessoas que se orientam bem neste mundo são as que vão em busca das circunstâncias que querem e se as não encontram, criam-nas" 
George Bernard Shaw

É a focalização que distingue a sensação de vítima da de autor. Por isso, um dos três pilares da nossa atuação é a focalização.

domingo, 3 de julho de 2011

A Zona de Conforto

É o conceito base de qualquer aprendizagem, evolução ou transformação.
A zona de conforto (interior em branco) define-se por tudo aquilo que estamos acostumados a fazer, pensar ou sentir. É o habitual e conhecido para nós próprios. Incluí experiências positivas e negativas, comportamentos construtivos e destrutivos. É tudo aquilo que sabemos neste momento.
Zona de Comodidade
Se queremos aprender ou mudar qualquer coisa, necessitamos de sair do conhecido e aventurarmo-nos no desconhecido. Isto comporta um risco: todavia não sabemos o que se passará ou se seremos capazes de controlar a situação. Por isso a tendência natural é refugiarmo-nos naquilo que controlamos: a nossa experiência até à data que assim se converte, por sua vez, no nosso refúgio e limitação. De facto, quanto mais experiência acumulamos, mais razões teremos para nos manter na nossa já "ampla" zona de conforto.
Aprender sempre comporta assumir um risco.
Este princípio aplica-se tanto a indivíduos como a colectivos. As equipas, as organizações e inclusivamente os países têm a sua zona de conforto. Aí estão as coisas que se dizem, aquilo que não se pode dizer, o que estamos acostumados a pensar e aquilo que não podemos pensar, a nossa maneira de actuar, de nos organizar, de liderar, de nos expressarmos, de sentir, etc...
Os passos que damos fora da zona de conforto fazem com que esta se expanda. Ao fazer, pensar ou sentir algo novo, ampliamos a nossa zona de conforto. Numa palavra: crescemos.
A chave da evolução está na capacidade de assumir riscos. A especialidade de Alto Rendimento é criar marcos adequados que facilitam e aceleram este processo.