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Olá,
Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Balanço Espiritual

Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados”. II Cor 13.5
“Então, mandando-o chamar, lhe disse: Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, porque já não podes mais continuar nela”. Lucas 16.2
 “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”. (Salmo 90.12)
"Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos"Salmos 26:2    

"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos" Salmos 139:23          

"Esquadrinhemos os nossos caminhos" Lamentações 3:40
Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. (1 Co.11. 31-32)
O SIGNIFICADO DE BALANÇO
No Comércio, balanço significa  quadro representativo do ativo e do passivo de uma empresa comercial, periodicamente apurados. Fazer um balanço, significa verificar a situação econômico-financeira de um fundo de comércio, com levantamento de lucros e perdas.
Nesta época do ano muitas lojas fecham para balanço, não apenas por uma exigência legal, mas porque disso dependem a permanência e a prosperidade do próprio negócio. Assim devemos fazer em nossa vida espiritual. Somos parceiros com Deus, e ele se alegra em que estejamos bem, mas que façamos uma  avaliação periodicamente.

Balanço Espiritual
Este é o tempo para uma sincera reflexão sobre o que fizemos ou deixamos de fazer no ano que está findando. Faça algumas perguntas para si mesmo: Como foi a minha história em 2011? Produzi frutos para a eternidade? Cresci na minha fé e na minha devoção a Deus? Tive crescente interesse no estudo da Bíblia? Busquei relacionamentos sadios e me esforcei na restauração de relacionamentos que tenham sido quebrados? Deixei mágoas e ressentimentos para trás e liberei perdão? Semeei a paz e a esperança, trazendo pessoas perdidas a Jesus? Meus irmãos na fé reconheceram em mim um servo apaixonado pela Igreja de Cristo e o seu Reino? Olhei para Cristo, seguindo seu exemplo de mansidão, humildade e completa dependência do Pai?

O apóstolo Paulo nos exortou: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos... E espero que saibam que nós não fomos reprovados”. (2 Co 13.5-6). Na presença de Deus, façamos uma avaliação de nossa vida espiritual, pedindo perdão pelas falhas cometidas, e renovando nosso desejo de sermos melhores cristãos em 2012, recebendo a aprovação de Deus.

Por. Pr. Isaias Soares

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Redes sociais e o ambiente de trabalho


Bom senso, ética e respeito continuam sendo os pontos de equilíbrio para o uso consciente das  redes sociais nas empresas.

A utilização dos benefícios trazidos pelas redes sociais pode provocar direta repercussão no ambiente de trabalho. Se positiva a repercussão, muito que bem. Se negativa, tanto o empregado que postou determinada informação como o empregador estão sujeitos à responsabilidade civil, penal e trabalhista.

Em nosso país não há legislação específica que exerça controle sobre o conteúdo publicado em redes sociais, aplicando-se a legislação comum.

Por exemplo, o fato de um empregado publicar em rede social à qual pertence informações cujo caráter venha a causar prejuízos ao empregador, tais como a perda de clientes, a não efetivação de um determinado negócio ou veto para participar de uma concorrência pública, serão aplicadas as leis comuns.


Assim, ainda dentro de nossos exemplos, se o empregado postou em rede social uma mensagem caluniosa, poderá responder civilmente pela reparação do dano, poderá responder criminalmente pelo delito e ter o contrato de trabalho rescindido por justa causa, aplicando-se, respectivamente, o Código Civil, o Código Penal e a Consolidação das Leis do Trabalho.       

As necessidades do trabalho nem sempre são compatíveis com acessos às redes sociais durante a jornada e o empregador tem o poder de fiscalização – inclusive bloqueando o acesso nos computadores – mas não tem o condão de impedir que o empregador as acesse de sua casa, de uma lanhouse ou até mesmo de seu aparelho de telefone celular.   


Entre o rol de poder de gerência do empregador  está a fiscalização – no horário de trabalho e por meio dos equipamentos de trabalho – dos sites acessados pelos empregados. Inclusive, por exemplo analógico, já é pacífico perante o Tribunal Superior do Trabalho que o mau uso do e-mail corporativo habilita a demissão por justa causa. Em síntese, tratando-se o computador de um instrumento de trabalho, nada impede que o empregador bloqueie o acesso a determinadas páginas eletrônicas.  


Importante salientar que, pode sim o empregador regrar o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho, mas o poder de gerência não extravasa este limite. Perceba-se: o empregador pode determinar a utilização de uniforme, mas não pode impedir que na foto postada em seu perfil particular esta mesma pessoa esteja trajando roupas mínimas – há de se ter cautela quanto ao exercício do poder de gerência, mas o empregado também há de ser igualmente cauto com sua conduta em seu cotidiano.  


O empregador pode e deve exigir de seus empregados um comportamento adequado tanto no mundo real como no virtual. Se de um lado o empregador pode exercer o poder de gerência, impedindo, limitando e/ou fiscalizando o acesso de seus empregados às redes sociais e à internet como um todo, de outro lado a tecnologia está à disposição e deve ser empregada em toda a sua dimensão, prestando-se como verdadeiro instrumento facilitador da informação. Como então buscar o equilíbrio? A resposta é fácil:
Ética! Respeito! Bom senso!

O comportamento de qualquer pessoa deve ser igual, em qualquer momento e situação; o fato de haver um perfil eletrônico não significa haver outra pessoa, mas apenas um meio por intermédio do qual ela se manifestará, encontrará outras pessoas e se relacionará.          

A má ação do empregado no mundo virtual se compara e equivale àquela realizada no mundo tangível. Ofender o empregador por intermédio de um poste é tão grave quanto ofendê-lo durante uma reunião e – quiçá – até mais grave em razão da publicidade.    


Por conseguinte, a conduta do empregado pode constituir justa causa para a rescisão do contrato de trabalho, conforme artigo 482 da CLT, na hipótese da publicação constituir ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento, violação de segredo de empresa, ato lesivo da honra ou à boa fama praticada contra colegas e/ou superiores hierárquicos.    


Ainda, se o empregador estabelecer procedimentos no sentido de traçar a conduta dos empregados frente às publicações em redes sociais de assuntos relacionados a ele ou à empresa e, mesmo assim, o empregado desrespeitar o que foi estabelecido, pode restar caracterizada causa para demissão.    


Para evitar problemas desta natureza, algumas empresas têm orientado seus empregados, alertando-os sobre a responsabilidade que cada qual conserva e, sobretudo, sobre a consequência que posts prejudiciais podem acarretar.      


Este é o melhor caminho, orientar, conscientizar e alertar os empregados. O estabelecimento de procedimentos, somado à iniciativa de estratégias de
conscientização, é sim eficaz no sentido de evitar problemas relacionados à publicação de assuntos relacionados ao empregador em redes sociais. Ainda não há nenhum estudo científico que possa subsidiar estatisticamente esta afirmação, mas a experiência tem nos mostrado que ações internas neste sentido trazem bons resultados.

Os empregados permanecerão atentos se as empresas, além de estabelecer regras, promoverem constantes ações no sentido de conscientizá-los. Contudo, independentemente de tais ações, cabe a cada empregado ter
postura profissional madura e adequada, sabendo que integra a empresa na qual trabalha e tutelando para que seu nome seja, sempre, preservado.  

Em conclusão, o empregado deve
portar-se nas redes sociais com o mesmo zelo sob o qual se mantém no ambiente de trabalho, pois no mundo virtual o meio pode ser diverso, mas as ações e consequências são as mesmas do mundo real.          


FONTE: www.HSM.com.br por Fernando Borges Vieira (Sócio Sênior do Manhães Moreira Advogados Associados e responsável pela coordenação de equipe que atua na Área Trabalhista)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas


A área de Recursos Humanos é uma área multidisciplinar onde, sua aspiração maior é a de integrar percepções, sonhos e desejos.    

Quando nos referimos a integrar, estamos querendo esclarecer ao leigo que a área de Recursos Humanos não é uma área que treina pessoas, que recruta, que avalia, que remunera, que contrata, etc. Isto é o produto míope que ela oferece à organização.* A área de Recursos Humanos é muito mais que isto. Cabe a área de Recursos Humanos integrar os desejos e as crenças dos executivos das empresas (e/ou dos donos), com também os desejos e vontades dos trabalhadores daquela empresa.  

Para quê?    

Para tornar a empresa mais flexível, feliz, saudável e competitiva, entre outras. 

As organizações do terceiro milênio se distinguirão através dos recursos humanos. E para tal eles deverão estar felizes, comprometidos e altamente preparados para as freqüentes mudanças que com certeza acontecerão.          

Uma das grandes áreas que recebe a incumbência de administrar este desafio é a área de Treinamento e Desenvolvimento.           

Sem nos alongarmos muito e acabarmos sendo muito técnicos, que não nos interessa neste artigo, treinamento significa “o preparo da pessoa para o cargo”. (Chiavenato, 2002)    

* - Ver Miopia em Marketing, Theodore Levitt   

Já a área de Desenvolvimento se aproxima mais da educação que é “o preparo da pessoa para a vida e pela vida”. (Chiavenato, 2002)     

Nos valendo do que conceitua o professor Chiavenato, podemos afirmar que treinamento é uma ação de Recursos Humanos pontual e que desenvolvimento é uma ação mais voltada para o futuro do trabalhador, do trabalho e da organização.       

A Área de Treinamento e Desenvolvimento no Auxílio da Estratégia das Organizações.         
Se é verdade o que eu afirmei acima, esta área é estratégica. Pois lida com o alcance dos objetivos, treina os trabalhadores da organização nos requisitos básicos necessários a fim de competir no mercado altamente competitivo, desenvolve competências, dissemina a cultura, os valores, a missão, a visão, os objetivos, as metas da organização; discute questões de clima organizacional, entre outros; bem como tem como tem como principais objetivos:   

Preparar as pessoas para a execução de tarefas peculiares à sua organização;            
Mudar a atitudes das pessoas. Neste ponto esta mudança de atitude tem várias finalidades;
Desenvolver novas habilidades, conceitos, etc;          
Transmissão de informações;      
Desenvolvimento de conceitos;   
Aumento da produtividade;          
Melhorar a comunicação;  
Diminuir o retrabalho;        
Melhorar o relacionamento interpessoal;          
Preparar as pessoas e a organização no que diz respeito à substituição e a movimentação de pessoas;            
Etc.

Assim, no limite, a área de Treinamento e Desenvolvimento é a responsável pelo “processo pelo qual a pessoa é prepara para desempenhar de maneira excelente as tarefas específicas do cargo que deve ocupar.” (Chiavenato, 1999)         

A Área de Treinamento e Desenvolvimento versus a Era do Conhecimento*      

Para finalizar, sabemos que o universo é composto de dados e que estes dados agrupados por classes ou famílias, transformam-se em informação.    

No mundo dos negócios, conhecimento é poder.       

Porém, o conhecimento deve ser compartilhado e disseminado. Quanto mais informação você compartilha maior é o seu retorno. Tanto para você, quanto para sua organização.      

Seguindo esta lógica, cabe a área de Treinamento e Desenvolvimento facilitar que a empresa inteira possa produzir este bem que é o bem mais valioso na nova economia.    

* - DRUCKER, Peter. Administrando em tempos de grandes mudanças, 1999.