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quarta-feira, 27 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Cientistas políticos rebatem ideia de passividade da geração atual


Henrique Mendes
"Na época da ditadura vi jovens irem às ruas e alguns artistas serem exilados. Todos aspiravam um futuro melhor. Hoje, a juventude é menos ativista, talvez seja pela descrença nos políticos, que têm se mostrado, em muitos casos, desonestos". O depoimento da dona de casa Tereza Pereira Cardoso, 71 anos, repercute o pensamento de uma geração de ativistas políticos, que consideram que a juventude brasileira está mais apática às mazelas públicas.
O professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e cientista político, Jorge Almeida,  contrapõe esse discurso ao dizer que ambos os períodos não podem ser confrontados. " O que se ouve sobre um menor engajamento dos jovens em movimentos políticos parte de comparações com momentos extraordinários da história (como oimpeachment de Collor e o período da Ditadura). Nestes momentos, as circunstâncias causavam estas pressões", analisa.
Para o também professor da Ufba e cientista político, Paulo Fábio Dantas Neto, o que pode ser considerado problemático na democracia em que vivemos é a desconexão da política com o social. "Quando a democracia começou a ser construída, os movimentos sociais tinham motivações políticas. Era da classe estudantil, inclusive, que muitos nomes surgiam para atuação na vida política. Hoje, nos movimentos sociais predomina uma visão antipolítica", explica.
Conforme Paulo Dantas, estes casos podem dar uma impressão de passividade, mas também afirma que esse não é um problema da juventude. "Na verdade, os partidos políticos é que devem criar estratégias para atrair esse público (jovem). Nisso eles têm falhado", argumenta.
O servidor público federal Antônio Bonfim Moreira, 50 anos, que viveu o período da ditadura militar, concorda com Paulo Dantas. "A juventude defende com sabedoria seus interesses. Hoje, inclusive, por meio das redes sociais. Os partidos é que têm ações muito lentas para atrair este público. Parece haver um tipo de reserva neste sentido", acredita.
Novos eleitores - Enquanto o ativismo político da juventude vem sendo questionado, o número de jovens eleitores tem crescido, principalmente entre aqueles em que o voto é uma decisão opcional.
Na Bahia, números apurados até maio de 2012 mostram que, dos quase 9,9 milhões de eleitores do Estado, aproximadamente 264 mil têm entre 16 e 17 anos. Segundo dados da Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de votantes nesta faixa etária, em 2011, era de 131 mil.
Cássio Santana, 16 anos, aluno do segundo ano do ensino médio do Colégio Integral, lamenta não ter conseguido fazer o título de eleitor em tempo hábil. "Eu até queria votar, acho importante, mas acabei perdendo o prazo. Votando, nós decidimos o que queremos para o nosso futuro, para  a sociedade", diz.
Já o estudante do segundo ano do ensino médio Marcus Vinicius Souza, 16 anos, conseguiu fazer o título de eleitor e está ansioso para votar pela primeira vez. "É uma forma de mostrar que fazemos parte da sociedade, que temos voz. Se a pessoa escolhe não votar, está também deixando de lutar pelos seus direitos, de lutar por um lugar melhor para viver", afirma.
Incentivos - Para atrair a atenção de potenciais eleitores, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) desenvolve dois grandes projetos. Um deles, chamado de Juventude, Voto e Cidadania, pretende atender adolescentes entre 14 e 18 anos.
Por meio do programa, os profissionais da instituição promovem palestras com assuntos correlatos à política, fornecendo aos adolescentes noções de cidadania, justiça eleitoral, e atividades desenvolvidas antes, durante e após o ano eleitoral.
A meta do programa é receber 250 alunos por ano e atender, com prioridade, os alunos de escola pública. Para este público, por exemplo, o TRE disponibiliza transporte da escola até a sede da instituição, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
"Eles chegam aqui meio desconfiados, pensando que serão enganados, que pediremos votos. Entretanto, ao conhecerem a instituição, vão percebendo que a nossa intenção é justamente oposta a tudo isso: nosso interesse é mostrar-lhes a importância do voto. Que não se vendam", avalia Ana Cláudia Oliveira de Carvalho, coordenadora do projeto.
Os estudantes que vão ao local podem, inclusive, tirar o título de eleitor no mesmo dia. O projeto funciona desde 1996 e já recebeu cerca de quatro mil estudantes.
Para os cidadãos que ainda não têm idade para votar, o TRE também trabalha com o Projeto Eleitor do Futuro. Este programa é voltado para crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos, estudantes de escolas públicas. Os alunos são levados de suas escolas para a sede do TRE, onde acompanham discussões sobre o papel do jovem como cidadão e agente de mudança na família, na comunidade e na sociedade.
Por Henrique Mendes Matéria publicada no Jornal A Tarde (Bahia) em  14/06/2012 às 22:31

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O voto do evangélico esta a cada dia mais decisivo



Mais uma eleição chegou e uma coisa, podemos ter certeza de que estrategistas políticos já trabalham em todo o país para descobrir as tendências de voto dos brasileiros. Neste exato momento, há gente estudando o comportamento do eleitor, seus anseios, sonhos, emoções para oferecer justamente o que será aceito.

Além de estruturas partidárias inteiras que começam a se dedicar ao trabalho de criar propostas convincentes e atraentes, há profissionais se preparando para travar uma guerra de marketing político e propaganda eleitoral.

Certamente este artigo, vão estar  alguns preceitos e algunas informações que certamente deverão fazer diferença no pleito de 2012. Claro que os mais sensíveis e atualizados já terão percebido o que estar escrito aqui e já devem estar trabalhando nessa direção. 

O fato é: O voto do evangélico esta a cada dia mais decisivo. Para onde se inclina a preferência do evangélico há uma grande chance de haver vitória. 

Sem exageros em  causa própria, posso ponderar  baseando  em matemática e história. Em 2010, o voto evangélico considerado em uma abrangência nacional já demonstrou sua importância. Marina Silva mereceu o destaque que teve no primeiro turno graças a mobilização de boa parte das igrejas evangélicas pelo seu nome. A candidata levou 20% dos votos da nação sem dispor de dinheiro para campanha, sem dispor de uma logística competitiva, foi vitoriosa no desafio de levar sua mensagem a todo o país, graças à força evangélica que congraçou

A força expressiva que projetou de tal forma uma candidata à presidência que saiu do zero é suficientemente capaz para catapultar uma candidatura regionalizada e garantir-lhe exito. Veremos isso em 2012, estou certo. 

O eleitor evangélico é peculiar, move-se com sua congregação, é leal às decisões de sua comunidade. Como o judeu opta por eleger judeus, o árabe dá preferência aos da mesma linhagem, o petista entusiasmado que abraça e se desdobra pelo candidato da mesma legenda, o evangélico faz de tudo pela vitória do autêntico evangélico que se candidata a um cargo público. E não adianta tentar enganar aproximando-se desse eleitor só nas vésperas da eleição. Protestante, crente, evangélico não é bobo. Reconhece quando o interesse é de usá-lo e sabe direitinho que é puro-sangue e quem é oportunista.

Se o candidato professa a mesma fé com sinceridade é reconhecido e certamente já pode contar com a significativa maioria. 

Na falta de candidatos evangélicos, este eleitor pesquisa e se vale muito da opinião do líder. O líder que tem o coração de sua comunidade, que conquistou a confiança dos seus com seriedade, lealdade e vida honesta tem uma capacidade de influência como nenhum outro formador de opinião tem. O político sábio conhece essa força e valoriza a relação com a igreja desenvolvendo laços seguros, não de oportunidade, mas de serviço e orientação. É ótimo que um candidato se aproxime da comunidade evangélica para apresentar propostas, mas é ainda melhor quando o faz buscando orientação, buscando ouvir os anseios, experimentando conhecer o que pensa um dos grupos que mais crescem no país. Reconhecer quem é o evangélico e aproximar-se com intenções sinceras são passos que políticos sábios e republicanos deveriam tomar sempre. 

Foi-se o tempo em que os evangélicos podiam ser ignorados. Parcela da população que se expressa de modo coeso, os evangélicos estão no centro das grandes estratégias e isso deve ser muito claro para os que pensarão o período eleitoral que se aproxima.

Exemplo maior é o comportamento da Rede Globo. Depois de ter a audiência ameaçada por uma concorrente com raízes no segmento evangélico que é a Record, a emissora dos Marinho acordou e está correndo atrás do prejuízo, valorizando o público gospel e dando-lhe lugar de honra em sua programação e em seus investimentos. Tendo até premiação para artistas da música gospel. Agora, (Festival Promessas). Acredite, isso não aconteceria se não houvesse números expressivos do público evangélico ou poder de articulação e decisão desse público. 

Diante dessa realidade, toda diretriz de campanha que realmente quiser ser competitiva nestas eleições há de reconhecer e valorizar a força do voto evangélico. 


by: Apóstolo César Augusto em http://www.fontedavida.com.br

terça-feira, 12 de junho de 2012

Marketing pessoal, compreender uma estratégia de sucesso



Marketing Pessoal  é uma estratégia individual para desenvolver contactos e relacionamentos importantes quer numa perspectiva pessoal quer de ponto de vista profissional. É uma forma de desenvolvimento de estratégias bem definidas com o fim de dar visibilidade a características, habilidades e competências pessoais e profissionais relevantes.
Marketing Pessoal é também criar uma perspectiva de divulgação, aceitação e reconhecimento dessas competências perante um meio social de relevancia.
Os elementos fundamentais para aceder ao caminho da auto-promoção e para o sucesso passam pela prática do marketing pessoal, que se subdivide em vários pontos fundamentais:
1.    A qualidade do posicionamento emocional perante nós mesmos e para com os outros.
2.    A comunicação inter e intrapessoal.
3.    A montagem de uma rede relacionamentos.
4.    O correcto posicionamento da imagem.
5.    A prática de acções de apoio ao outro incentiva para com os demais
O modelo de sociedade em que vivemos dita padrões de competitividade extremamente elevados em praticamente todas as áreas.
Foi-se o tempo em que o marketing pessoal era um instrumento político, falso, visando apenas uma conquista específica. Hoje, para avançar nesta verdadeira selva social em que se transformou o capitalismo, o marketing pessoal têm-se tornando uma ferramenta cada vez mais necessária para todos, do mais simples ao mais sofisticado.
1. Posicionamento emocional
A forma como agimos e interagimos com os outros traduz-se na imagem mental que os outros produzem quando se lembraram de nós. Recordamos os outros consoante a forma que eles nos tatuam pelo seu comportamento. Se é uma pessoa cortês, simpática, positiva, altruista, educada, sincera e zelosa vai tatuar os outros com emoções positivas que remetem a todo esse conteúdo pessoal cheio de essência.
Ao contrário, há pessoas que deixam uma imagem profundamente negativa, mesmo que o conctato interpessoal tenha sido curto. Sente-se quer pela fisionomia fechada, pela comunicação verbal e não verbal está implicita toda a negatividade e todo o peso interior das emoções negativas de uma pessoa.
São fundamentais para isso atitudes que remetam à atenção, simpatia, assertividade, ponderação, sinceridade e demonstração de interesse pelo próximo, de uma forma autentica e transparente. Reza uma máxima do marketing pessoal: atenção personalizada a quem quer que seja nunca é investimento sem retorno.
Ninguém gosta de conviver nem trabalhar com pessoas negativas, fechadas e com um peso emocional obscuro.
2º A comunicação interpessoal
A forma como comunicamos, seja verbal ou não verbal, demonstra tudo sobre nós. A maneira como nos expressamos denuncia as nossas intenções e habilidades interactivas. A nossa comunicação pode criar empatias ou antipatias de acordo com a nosso dialogo interno que se expressa de uma forma inconsciente e tanto pode ser um aliado, caso seja positivo, ou um sabotador em caso de sermos pessoas pesadas na nossa forma de estar e comunicar.
É fundamental que saibamos articular um bom discurso, assim como também usar um Português correcto e adequado a cada contexto. Ter uma comunicação escrita correcta, vencer a timidez, usar diálogos motivadores e edificantes e manter um fluxo de comunicação regular com as pessoas, é básico para um bom desenvolvimento do marketing pessoal.
Temos sempre a tendência de ver as pessoas que se comunicam bem como líderes no campo em que actuam e é assim que nos devemos desenvolver.
3º Rede de relacionamentos
É fundamental para o individuo situar-se socialmente, tanto de forma vertical (com relações em plano mais elevado que o seu) quanto horizontalmente (com seus semelhantes).
Quando se refere uma rede de contatos, dois desafios impõe-se de imediato:
§  Ser capaz de se relacionar em qualquer nível, tornando-se lembrado por todos de forma positiva.
§  Manter a rede de conctatos, enviando mensagens periodicamente, fazendo-se presente em eventos sociais e tratando aos outros com atenção e cordialidade.

4º Posicionamento de imagem
É essêncial criar um rapport (adequação ao ambiente) visual e de imagem como uma adequação visual ao contexto social. É uma facto evidente que a sociedade hipervaloriza a imagem e, exageros à parte, o princípio do cuidado visual precisa ser analisado de acordo com uma realidade viável. Assim, o traje correcto e adequado ao momento, a combinação estética de peças, cores e estilo, bem como os cuidados físicos fundamentais (o corte do cabelo, a higiene, a saúde dentária, etc) são importantes para uma composição harmônica e atrativa da imagem.
5º A prática de acções de apoio ao outro incentiva para com os demais
A prática de acções de apoio, ajuda e incentivo para com os outros é um fabuloso elemento do marketing pessoal e, como destaque social, a melhor forma de alcançar um lugar nas mentes e corações dos que nos cercam.
Se apoiar, ajudar e incentivar os outros for genuino e resultar de atitudes sinceras, transparentes e baseadas no que se tem de melhor pode funcionar como uma ferramenta fabulosa na conquista de um estatuto e bem praticado é uma ferramenta extremamente eficaz para o alcance do sucesso pessoal, social e profissional.
Marketing pessoal para além de nós beneficiar com a sua pratica, proporciona também um sentimento de bem-estar para todos os que nos rodeiam. Permitirmo-nos mudar alguns velhos paradigmas que não nos beneficiam e repensarmos o nosso próprio marketing pessoal é uma estratégia que apenas nos favoreçe em todas as áreas da nossa vida.

fonte:http://marketingpessoal.org/44-marketing-pessoal-estrategia-sucesso/