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quarta-feira, 13 de junho de 2012

O voto do evangélico esta a cada dia mais decisivo



Mais uma eleição chegou e uma coisa, podemos ter certeza de que estrategistas políticos já trabalham em todo o país para descobrir as tendências de voto dos brasileiros. Neste exato momento, há gente estudando o comportamento do eleitor, seus anseios, sonhos, emoções para oferecer justamente o que será aceito.

Além de estruturas partidárias inteiras que começam a se dedicar ao trabalho de criar propostas convincentes e atraentes, há profissionais se preparando para travar uma guerra de marketing político e propaganda eleitoral.

Certamente este artigo, vão estar  alguns preceitos e algunas informações que certamente deverão fazer diferença no pleito de 2012. Claro que os mais sensíveis e atualizados já terão percebido o que estar escrito aqui e já devem estar trabalhando nessa direção. 

O fato é: O voto do evangélico esta a cada dia mais decisivo. Para onde se inclina a preferência do evangélico há uma grande chance de haver vitória. 

Sem exageros em  causa própria, posso ponderar  baseando  em matemática e história. Em 2010, o voto evangélico considerado em uma abrangência nacional já demonstrou sua importância. Marina Silva mereceu o destaque que teve no primeiro turno graças a mobilização de boa parte das igrejas evangélicas pelo seu nome. A candidata levou 20% dos votos da nação sem dispor de dinheiro para campanha, sem dispor de uma logística competitiva, foi vitoriosa no desafio de levar sua mensagem a todo o país, graças à força evangélica que congraçou

A força expressiva que projetou de tal forma uma candidata à presidência que saiu do zero é suficientemente capaz para catapultar uma candidatura regionalizada e garantir-lhe exito. Veremos isso em 2012, estou certo. 

O eleitor evangélico é peculiar, move-se com sua congregação, é leal às decisões de sua comunidade. Como o judeu opta por eleger judeus, o árabe dá preferência aos da mesma linhagem, o petista entusiasmado que abraça e se desdobra pelo candidato da mesma legenda, o evangélico faz de tudo pela vitória do autêntico evangélico que se candidata a um cargo público. E não adianta tentar enganar aproximando-se desse eleitor só nas vésperas da eleição. Protestante, crente, evangélico não é bobo. Reconhece quando o interesse é de usá-lo e sabe direitinho que é puro-sangue e quem é oportunista.

Se o candidato professa a mesma fé com sinceridade é reconhecido e certamente já pode contar com a significativa maioria. 

Na falta de candidatos evangélicos, este eleitor pesquisa e se vale muito da opinião do líder. O líder que tem o coração de sua comunidade, que conquistou a confiança dos seus com seriedade, lealdade e vida honesta tem uma capacidade de influência como nenhum outro formador de opinião tem. O político sábio conhece essa força e valoriza a relação com a igreja desenvolvendo laços seguros, não de oportunidade, mas de serviço e orientação. É ótimo que um candidato se aproxime da comunidade evangélica para apresentar propostas, mas é ainda melhor quando o faz buscando orientação, buscando ouvir os anseios, experimentando conhecer o que pensa um dos grupos que mais crescem no país. Reconhecer quem é o evangélico e aproximar-se com intenções sinceras são passos que políticos sábios e republicanos deveriam tomar sempre. 

Foi-se o tempo em que os evangélicos podiam ser ignorados. Parcela da população que se expressa de modo coeso, os evangélicos estão no centro das grandes estratégias e isso deve ser muito claro para os que pensarão o período eleitoral que se aproxima.

Exemplo maior é o comportamento da Rede Globo. Depois de ter a audiência ameaçada por uma concorrente com raízes no segmento evangélico que é a Record, a emissora dos Marinho acordou e está correndo atrás do prejuízo, valorizando o público gospel e dando-lhe lugar de honra em sua programação e em seus investimentos. Tendo até premiação para artistas da música gospel. Agora, (Festival Promessas). Acredite, isso não aconteceria se não houvesse números expressivos do público evangélico ou poder de articulação e decisão desse público. 

Diante dessa realidade, toda diretriz de campanha que realmente quiser ser competitiva nestas eleições há de reconhecer e valorizar a força do voto evangélico. 


by: Apóstolo César Augusto em http://www.fontedavida.com.br

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