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Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Desintoxicação digital? Ainda não!


Por que temos que estar em todas as redes sociais? Por que desconfiamos de alguém que não está no Facebook? Por que, ao chegar uma notificação em nosso smartphone que fomos marcados em uma foto, temos que parar tudo naquele exato instante para conferir? Por que nos intoxicamos com essas novas redes digitais e ficamos online praticamente o dia inteiro? 

Pra mim, todas essas são perguntas ainda sem respostas claras. O fato é que essas chamadas redes sociais fazem parte de uma nova revolução digital que impacta nossas relações com as pessoas e com as marcas. Há pensadores contemporâneos que classificam esse cenário como uma verdadeira revolução, a exemplo do que foi o surgimento da escrita, a revolução industrial, a revolução gutemberguiana da imprensa ou a revolução francesa séculos atrás. Eu sou obrigado a concordar.

Podemos dar um zoom out e analisar as redes sociais sob diversos aspectos. Em um primeiro momento, como uma ideia que surgiu dentro de um dormitório de Harvard, onde o judeu neoliberal Mark Zuckerberg criou uma das empresas mais inovadoras do mundo, e que recentemente contratou o multipremiado arquiteto Frank Gehry  – responsável pelo emblemático edifício do Museu Guggenheim de Bilbao – para desenvolver o projeto de expansão da sede de sua empresa em Palo Alto. 

Ao mesmo tempo que as ações da empresa sofrem uma certa turbulência, Zuckerberg encomendou um conjunto que ocupará um terreno de 90 mil metros quadrados, na área conhecida como Menlo Park, onde está o quartel-general da gigante das redes sociais. Zuckerberg concebeu o Facebook para conectar as pessoas entre si? Eu prefiro acreditar que não.

Podemos também analisar as redes sociais como meras plataformas mercadológicas onde as marcas criam, nada mais nada menos, do que mais um ponto de contato com seus consumidores e demais públicos de interesse. A partir do momento que uma empresa decide criar um fanpage ou um perfil no Twitter, precisa ter ciência de que está abrindo a guarda, pois acaba de deixar escancarada uma porta “digital”, ou seja, um porta online, mais nefrálgica, mais exposta e mais mensurável. 

Ela acaba de criar um “touch-point” tão importante quanto o seu 0800, tão importante quanto o balcão de sua loja ou um anúncio publicitário, e até mesmo tão importante como a forma que se relaciona com um fornecedor. Afinal tudo comunica a marca. Quer expor sua marca nas redes sociais? A receita de bolo é: prepare-se, capacite-se, planeje e crie um processo, atue de forma relevante e muito, mas muito criteriosa.

Por fim, pode-se analisar as redes sociais como esses novos ambientes digitais onde se constroem jogos discursivos e narrativas envolventes. O magnetismo criado pelas redes sociais é intenso pois no mundo online não há todas as exigências do mundo real, certo? Ligar para dar parabéns a cada um dos meus sete aniversariantes custa dinheiro, tempo e disposição. Prefiro escrever um “parabéns e tudo de bom” e viva o Ctrl+C e Ctrl+V! Há quem prefira nem ligar e nem dar parabéns via Facebook, e simplesmente “curte” a mensagem de parabéns de um terceiro. Assunto resolvido!

Nesse novo ecossistema digital, todos tendem a criar um discurso narcísico, afinal a troco de quê eu deveria expor nesses espaços que eu estou triste, que terminei meu namoro ou então dizer que aquele novo emprego que consegui não vai nada bem. Muito pelo contrário, nesses novos espaços digitais minha vida é bela, estou sempre jantando em lugares transados, as minhas piadas e frases clichês são as mais originais e a minha filha vestida de caipirinha é a mais bonitinha do bairro. Todos estão fazendo vigília sobre tudo que posto, publico e compartilho.

Há quem tenha adotado recentemente o chamado “detox digital” ou processo de desintoxicação digital, afinal essas coisas viciam e ceifam nossa atenção durante boa parte do dia, certo? Uma conhecida minha me relatou recentemente que saiu do Facebook. Ela me relatou o que eu já suspeitava: quando você pede para sair, a rede social não mata sua conta e te dá a opção de deixá-la adormecida. Você pode voltar quando bem entender, como se nada tivesse acontecido. O problema é se você sair do Facebook e ninguém perceber!

Todo mundo está no Facebook hoje, certo? Errado! Cerca de 30% da população brasileira usa a rede. Recentemente, em uma rápida sondagem que fiz em uma sala de aula em que leciono, perguntei a todos: “Quem não usa Facebook?”. Cerca de dez estudantes levantaram a mão. Uma das justificativas foi: o Facebook é muito chique. Parei para pensar e conclui que eles têm razão. O “look-and-feel” do Facebook é azul e na teoria das cores azul é nobreza. O próprio nome “Facebook” é um rebuscado termo estrangeiro. Já outra parcela dos alunos disse preferir a fazendinha do velho e bom Orkut.

Detox digital? Obrigado, mas ainda não. Afinal, como é que eu iria divulgar esse texto sem o meu Facebook?

Artigo escrito por Marcos Hiller, coordenador do MBA de Marketing, Consumo e Mídia Online da Trevisan Escola de Negócios.
em: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/digital_news/noticias/desintoxicacao-digital-ainda-nao

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A Importância das Redes Sociais



A comunicação sempre esteve presente na vida do homem, mas foi evoluindo com o tempo e em cada época uma ferramenta diferente era utilizada, facilitando ainda mais esse processo. Antigamente as cartas eram enviadas por pombo-correio ou carteiros e demoravam vários dias para chegar ao destinatário. Com a chegada do telefone o processo foi acelerado, mas nem todos podiam utilizar, pois os preços de uma ligação eram altos, principalmente se o local era distante, como outro Estado ou país.

Atualmente o telefone passou a ser algo mais acessível para as pessoas, mas a internet revolucionou esse processo de comunicação fazendo com que as pessoas fiquem conectadas umas com as outras a milhões de quilômetros de distância.
No mundo globalizado, a internet assume um papel cada vez mais importante para cidadãos e empresas. As pessoas ganharam mais liberdade para emitirem opiniões e também influenciarem milhares de outras pessoas.
Sites como Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, fóruns, e-groups, instant messengers, wikis e sites de Sharing (YouTube, Flickr) são visitados diariamente por 2/3 da população global. No Brasil, 80% dos usuários da rede usam as mídias sociais, e o tempo gasto nos sites de relacionamento tem crescimento três vezes superior à média da internet, são utilizados por empresas e organizações para divulgarem produtos e serviços, além de estreitarem o relacionamento com os clientes.
As redes sociais como Orkut, Facebook e twitter permitem que as pessoas façam contato com outras do outro lado do mundo, fazendo com que haja uma interação e também aprendizado.

É possível arrumar um emprego ou matar a saudade de alguém que está morando ou passeando em outro país sem ter que pagar muito caro por isso. As redes sociais aumentam o círculo de amizade de um indivíduo, pois através dela é possível formar uma rede com seus amigos e com os amigos de seus amigos. Além disso, através das redes sociais é possível conhecer outras culturas e aprender a conviver com as diferenças.

As redes sociais podem operar em níveis diferentes, pois existem as redes de relacionamento e também as redes profissionais, por exemplo. O que elas têm em comum é o compartilhamento de informações, conhecimentos e interesses em comum.

Os benefícios que trazem para a sociedade fazem com que o número de pessoas adeptas cresça vertiginosamente. Como exemplo, temos o Facebook no Brasil, que em 2010 teve um aumento de 258%, ultrapassando o Orkut que já é uma rede social consagrada no país e que agora começa a perder espaço. Mesmo que mudem os formatos ou o site as redes sociais continuarão existindo por mais um tempo, trazendo comodidade e agilidade para as pessoas.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Qual tipo de profissional você é? Seu próximo chefe pode querer saber


Procurar um novo trabalho não está implicito que irá gostar do cargo. Veja qual perfil de profissional você tem e em quais áreas você se identifica

Em algum momento da carreira, a maioria dos profissionais se deparam com empregos que não são necessariamente do seu interesse. Provavelmente será ruim para ele, é claro, mas um novo estudo publicado na Time Moneyland revela que isso também influencia negativamente os negócios.

Quando uma pessoa gosta do seu trabalho ela desempenha melhor suas funções. Segundo a pesquisa, eles são proativos, ajudam seus colegas de trabalho, são menos propensos a deixar seus emprego e até mesmo ter comportamentos que diminuem o crescimento da empresa.
Se isso parece óbvio, por que então tantos erros como este são cometidos no mercado de trabalho? O fato é que na hora da contratação, muitos recrutadores e mesmos os profissionais, não se atentam a esse detalhe fundamental: saber se o trabalhador realmente se interessa pela vaga e se seu perfil é o ideal para ela.
"As pessoas não estão sempre em um emprego que se interessam", disse a professora de psicologia da Bowling Green State University que ajudou a conduzir o estudo, Chris Nye. “Procurar um novo trabalho não está implicito que o profissional irá gostar do cargo, pode não ser questão de escolha”, completa.
Para os psicólogos, cada pessoa tem um conjunto profundo de valores e traços de personalidade que as tornam pré-dispostas para se destacar em alguns cargos. Sem avaliar dados específicos, como analisar os interesses dos candidatos aos interesses e necessidades da empresa, o processo seletivo muitas vezes pode ser extremamente ineficiente.
Para isso, existem várias análises para medir os interesses profissionais de uma pessoa. Uma metodologia eficaz é a “Holland Codes”, ou códigos de Holanda, em homenagem a um psicólogo que estudou essa ciência por meio das escolhas vocacionais. Após concluir o método, o psicólogo classificou seis perfis de profissionais:
Profissionais realistas ou executores      
Esses trabalhadores são táteis, têm boa coordenação motora, noções de física ou mecânica. Essas pessoas são mais propensas a serem cozinheiros, oficiais de polícia e preparadores físicos.
Profissionais investigativos ou pensadores           
São pessoas curiosas e que gostam de se aprofundar em assuntos, ultrapassando o senso comum. Se destacam em áreas acadêmicas, científicas ou médica. São profissionais como advogados, médicos e professores.
Profissionais criativos   
Aquelas pessoas criativas, que gostam de artes, são inovadores e criadores. Este trabalhador tem boas idéias e conceitos além de seu tempo. Eles são músicos, especialistas em relações públicas, profissionais de comunicação, assistentes sociais e outros profissionais que sabem trabalhar em equipe.
Profissionais empreendedores   
Essas pessoas são verdadeiros líderes; sabem conversar e são ótimos oradores. Eles são empresários, políticos e detetives.
Profissionais convencionais        
Estes são organizados, gostam de rotinas, são confiáveis e detalhistas. Eles incluem secretários, despachantes e contadores de emergência.
Nye afirma que para os empregadores obter o máximo de perfis de interesse requer um planejamento adiantado. "A empresa deve descobrir que tipo de interesses coincidem com o trabalho específico, e depois ir encontrar candidatos que se encaixam com o perfil".