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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Qual tipo de profissional você é? Seu próximo chefe pode querer saber


Procurar um novo trabalho não está implicito que irá gostar do cargo. Veja qual perfil de profissional você tem e em quais áreas você se identifica

Em algum momento da carreira, a maioria dos profissionais se deparam com empregos que não são necessariamente do seu interesse. Provavelmente será ruim para ele, é claro, mas um novo estudo publicado na Time Moneyland revela que isso também influencia negativamente os negócios.

Quando uma pessoa gosta do seu trabalho ela desempenha melhor suas funções. Segundo a pesquisa, eles são proativos, ajudam seus colegas de trabalho, são menos propensos a deixar seus emprego e até mesmo ter comportamentos que diminuem o crescimento da empresa.
Se isso parece óbvio, por que então tantos erros como este são cometidos no mercado de trabalho? O fato é que na hora da contratação, muitos recrutadores e mesmos os profissionais, não se atentam a esse detalhe fundamental: saber se o trabalhador realmente se interessa pela vaga e se seu perfil é o ideal para ela.
"As pessoas não estão sempre em um emprego que se interessam", disse a professora de psicologia da Bowling Green State University que ajudou a conduzir o estudo, Chris Nye. “Procurar um novo trabalho não está implicito que o profissional irá gostar do cargo, pode não ser questão de escolha”, completa.
Para os psicólogos, cada pessoa tem um conjunto profundo de valores e traços de personalidade que as tornam pré-dispostas para se destacar em alguns cargos. Sem avaliar dados específicos, como analisar os interesses dos candidatos aos interesses e necessidades da empresa, o processo seletivo muitas vezes pode ser extremamente ineficiente.
Para isso, existem várias análises para medir os interesses profissionais de uma pessoa. Uma metodologia eficaz é a “Holland Codes”, ou códigos de Holanda, em homenagem a um psicólogo que estudou essa ciência por meio das escolhas vocacionais. Após concluir o método, o psicólogo classificou seis perfis de profissionais:
Profissionais realistas ou executores      
Esses trabalhadores são táteis, têm boa coordenação motora, noções de física ou mecânica. Essas pessoas são mais propensas a serem cozinheiros, oficiais de polícia e preparadores físicos.
Profissionais investigativos ou pensadores           
São pessoas curiosas e que gostam de se aprofundar em assuntos, ultrapassando o senso comum. Se destacam em áreas acadêmicas, científicas ou médica. São profissionais como advogados, médicos e professores.
Profissionais criativos   
Aquelas pessoas criativas, que gostam de artes, são inovadores e criadores. Este trabalhador tem boas idéias e conceitos além de seu tempo. Eles são músicos, especialistas em relações públicas, profissionais de comunicação, assistentes sociais e outros profissionais que sabem trabalhar em equipe.
Profissionais empreendedores   
Essas pessoas são verdadeiros líderes; sabem conversar e são ótimos oradores. Eles são empresários, políticos e detetives.
Profissionais convencionais        
Estes são organizados, gostam de rotinas, são confiáveis e detalhistas. Eles incluem secretários, despachantes e contadores de emergência.
Nye afirma que para os empregadores obter o máximo de perfis de interesse requer um planejamento adiantado. "A empresa deve descobrir que tipo de interesses coincidem com o trabalho específico, e depois ir encontrar candidatos que se encaixam com o perfil".

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