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Fiquem a vontade para navegar no meu blog, temos aqui a finalidade é discutir questões relacionadas a Educação, Tecnologia, Religião, Política, Sociedade, Historia, Prática Pedagógica, Pedagogia Empresarial etc. Bem como manter o público atualizado sobre os eventos (cursos,seminários,congressos, amostras culturais etc) que acontecem na área de Educação e/ou tecnologia.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Revisitando a Linguagem Corporal





Pesquisas realizadas nas últimas décadas mostraram que, quando você está falando, apenas 7% da mensagem está sendo transmitida para os outros através das palavras. Outros 38% estão relacionados à entonação do que é dito. 


Um bom exemplo da importância da entonação está no treinamento de cães de guarda: eles não interpretam a gramática das frases, mas o seu tom de voz. Um comando de conteúdo imperativo, emitido em um timbre de voz baixou ou trêmulo, transparece insegurança e dificilmente será obedecido. Porém, se emitido em tom mais alto e firme, transmite o sentimento adequado de liderança e resulta na ação esperada. O mesmo principio pode ser aplicado às crianças em casa e em salas de aula cheias de adolescentes.

Bom, mas 7% de um, somados a 38% de outro, são iguais a 45%. Onde se meteram os outros 55% do que você queria dizer? Fácil: eles estão espalhados pelo seu corpo todo. É a famigerada Linguagem Corporal.


A Linguagem Corporal é um instrumento de comunicação tão antigo e bem sucedido que se incrustou em nossos genes: crianças que nasceram cegas sorriem, ainda que elas jamais tenham visto um sorriso para reconhecer seu significado. Somos todos geneticamente programados para emitir e interpretar esta comunicação silenciosa. E dominar seus sinais pode fazer toda a diferença.


As estatísticas mostram que pessoas que sabem como controlar voluntariamente o tom de voz e a linguagem corporal são consideradas mais atraentes que aquelas que deixam tudo por conta do instinto. Isso ocorre porque a primeira impressão que os outros fazem de você não começa no momento em que você começa a falar. Esta impressão começou a ser construída muito antes, a partir da sua postura, padrão respiratório, aparência e movimentos.


Não existe um conselho universal sobre como utilizar a linguagem corporal, mas algumas recomendações básicas devem ser conhecidas. Procure estar sempre ciente do que seu corpo está dizendo enquanto você se senta, anda, permanece em pé ou gesticula.


Uma boa dica é vencer a timidez e praticar um pouco na frente do espelho. Eu sei, parece tolice, mas quem estará olhando afinal de contas? O espelho lhe dará uma boa idéia de como analisar a linguagem corporal dos outros e o que seu corpo pode estar dizendo enquanto você permanece em silêncio.


Observe seus amigos, artistas, políticos, e qualquer pessoa que você considere possuir uma boa linguagem corporal. Estude como estas pessoas agem e copie um ou outro padrão de linguagem. É provável que você exagere no começo e pareça artificial, mas a prática leva à perfeição – se você não começar um dia, então quando? 


Para facilitar seu treinamento, eu selecionei algumas situações rotineiras onde você pode empregar o conhecimento da Linguagem Corporal a seu favor. Veja só:


INSPIRANDO CONFIANÇA

Para transmitir uma imagem de confiança (p.ex.: durante uma reunião de trabalho), mantenha braços e pernas descruzados, e relaxe os ombros. Se estiver sentado, procure uma posição relaxada e confortável, mas não escorregue pela cadeira até o fundo da mesa.


Nada de ficar contemplando o chão ou a tampa da sua esferográfica: faça contato visual com as pessoas. Olhe seus interlocutores nos olhos. Se possível, vire um pouco seu corpo, incline-se na direção da pessoa e balance a cabeça discretamente, de modo afirmativo. Isso irá mostrar que você está prestando total atenção ao que está sendo dito. Quando for sua vez de falar, seja firme porém mantenha a calma. 


E cuidado com alguns sinais que podem detonar sua imagem. Tocar seu rosto significa irritabilidade, nervosismo ou indecisão. Dedos tamborilando denotam distração, falta de sintonia com o grupo ou com as idéias outro. Braços cruzados sobre o peito podem indicar defesa, tédio ou reprovação.


DETECTANDO MENTIRAS

Obviamente, o simples fato de alguém exibir alguns dos comportamentos descritos a seguir não significa que está mentido descaradamente. Estes padrões devem ser comparados com o jeito de ser da pessoa e jamais considerados de modo isolado. Certo até aqui? Então vamos lá:


De um modo geral, o primeiro sinal emitido pelo mentiroso é a falta de contato visual – nada de “olhos nos olhos”. Se você observar melhor, verá que antes de responder às suas perguntas, o mentiroso desvia o olhar para a sua esquerda. Isso significa o uso de áreas do cérebro envolvidas com imaginação – ele está “criando” uma lembrança, ao invés de relatar o que realmente aconteceu e está guardado em sua memória. O olhar desviado para a sua direita significa a ativação de áreas cerebrais responsáveis pela memória, e tende a significar que ele está relatando uma lembrança verídica.


Ao contar uma mentira, movimentamos pouco os braços e pernas. Os movimentos são pouco expansivos, evitando chamar ainda mais a atenção. Toques sutis no nariz e na região atrás das orelhas são comuns, assim como colocar inconscientemente objetos (p.ex.: um livro, uma xícara de café) entre você e a outra pessoa.


Os mentirosos costumam repetir o que você disse quando respondem algo. Por exemplo, ao perguntar ao seu filho “você já fez o dever de casa?”, ao mentir ele tende a responder “Já, mãe, eu já fiz o dever de casa”. Uma resposta mais honesta consistiria em um simples “Já”.


Finalmente, pessoas culpadas costumam agir na defensiva, enquanto que os inocentes quase sempre assumem um comportamento agressivo quando acusados. Um modo prático de verificar este comportamento consiste em mudar repentinamente de assunto. O mentiroso irá seguir a mudança, agradecido e relaxado por se ver livre a saia justa. O inocente acusado insistirá no tópico anterior, buscando esclarecer e mostrar sua ausência de culpa.


Autor: Dr. Alessandro Loiola médico, palestrante e escritoentes.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Conseguir empregos através das redes sociais é possível?


O velho ritual de pesquisar vagas em jornais e agências de emprego ainda vale, mas a agilidade da rede e sua capacidade de conectar pessoas de diferentes lugares fazem da Internet uma terra de oportunidade para quem procura ou oferece trabalho.
Dia após dia, as empresas de recursos humanos e os departamentos de RH de grandes empresas aterrissam no universo das redes sociais, divulgando vagas e processos de seleção. Mas antes mesmo de enviar o seu currículo ou aderir a um recrutamento on-line, você deve tomar alguns cuidados, pois, alguns de seus comportamentos nas Redes Sociais podem lhe deixar mais longe daquele emprego tão sonhado.

QUAL É O SEU SLOGAN?
A construção da imagem pessoal
Se você fosse um produto, que frase o definiria melhor? Essa pergunta pode soar estranha, mas pode ocorrer na entrevista de emprego mais próxima. Qualquer profissional de RH um pouco mais atualizado tem como buscar seu nome no Google ou nas redes de relacionamento. Então, por que você não começa fazendo esse exercício e analisando os resultados de busca e das redes sociais?
Eu tenho muitos homônimos. Ok, esta uma é possibilidade recorrente e eu posso lhe dizer uma coisa acerca disso: eles produzem mais conteúdo do que você. Bom ou ruim, mas produzem.
Experimente outras buscas:
Seu nome + sua área de interesse. Ex: Patrícia Moura * mídias sociais
Sua área de interesse. Ex: “agência de mídias sociais” ou “agência * mídias sociais”
SMO DE SI MESMO: A CONSTRUÇÃO DE CONTEÚDO RELEVANTE
O termo Social Media Optimization corresponde a um conjunto de técnicas para gerar publicidade através das plataformas sociais. O foco está em direcionar o tráfego a partir de outras fontes que não os mecanismos de busca.
Mas que raios isto quer dizer? Que produzir conteúdo sobre a área de interesse é uma boa técnica, principalmente divulgando o seu nome e gerando links para o seu site pessoal ou principal rede social.
Por exemplo: suba para uma rede de conteúdo (ScribdSlideshareIssuu, entre outras) o seu TCC ou uma apresentação que tenha feito sobre a área, deixando claro seu nome, data de apresentação e seus contatos. Não esqueça de taggear tudo usando as palavras-chave correspondentes.
Preciso criar um blog para conseguir um emprego? Não. Sou o exemplo vivo disso: colaboro com alguns blogs, mas nunca tive um blog pessoal para me ajudar na carreira. Comecei a divulgar minha monografia em comunidades, redes sociais, por e-mail e em fóruns onde as pessoas se interessavam pelo assunto.

SEU PERFIL DEPÕE SOBRE VOCÊ: POSICIONAMENTO EM REDES SOCIAIS
Você, certamente, está no OrkutFacebookTwitter e outras redes de relacionamento para estar lendo este texto. Mais uma dica: faça uma análise fria do seu perfil, fotos compartilhadas e comunidades onde interage.
Seu posicionamento pessoal é muito importante (quase branding!). Portanto, remova comunidades como “Eu odeio trabalhar” ou fotos da choppada em que você aparece trêbado. Frases de ódio, preconceito ou qualquer coisa que possa denegri-lo também não devem fazer parte dos seus comentários ou tweets. Trancar o perfil não vai ajudar na sua vida profissional, já que qualquer criança de 5 anos consegue dar um print na sua frase infeliz e passar adiante.
Experimente:
Redes de negócios: criar um perfil no LinkedIn ou rede profissional semelhante, como o Via6.
Redes de nicho: pesquise fóruns e redes no Ning que tenham relação com a sua área de interesse e mantenha-se ativo.
Moço, me dá uma oportunidade! (Contato com empresas ou gestores): aqui sim vale uma regra de ouro: não seja intrusivo! Mas também não deixe de dizer a que veio. Mandar 5 replies para o Eike Batista pedindo emprego não vai lhe ajudar em nada, mas enviar um link sobre um projeto inovador talvez adiante.