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sábado, 17 de novembro de 2012

Psicóloga ensina como lidar com a arrogância dos colegas de trabalho


Arrogância vem do orgulho exacerbado, que é observada por meio da altivez no trato com as pessoas. Normalmente o olhar e o tom de voz denunciam a arrogância. Já o prepotente é aquele que se utiliza do poder para se sobressair ou para fazer valer a sua vontade. Mas tanto a arrogância quanto a prepotência podem ter a mesma origem: baixa estima. A autoestima é formada pela autoconsciência (conhecimento de si mesmo), autoconfiança, autorrespeito e amor próprio.


Todos nós temos uma imagem real (o que realmente somos) e uma imagem idealizada (o que gostaríamos de ser). A pessoa orgulhosa demais acaba se apegando na imagem que ela "gostaria de ser" e não na que "realmente é". Talvez porque o que ela realmente é seja algo ruim para ela. Algumas experiências passadas podem ter deixado marcas negativas em sua autoestima, de modo que ela duvida de si mesma, de seu potencial, de sua inteligência e de sua beleza. 

A baixa estima causa sentimentos de menos valia, rejeição, tristeza e angústia, e como é muito ruim lidar com tudo isso, por uma defesa inconsciente, a pessoa se apega à imagem que ela gostaria de ser - alguém melhor, mais sábio e mais inteligente. A arrogância afasta as pessoas, mas para quem tem baixa estima, esse distanciamento é considerado positivo porque traz a ilusão de que, à distân cia, as pessoas não verão o que ela tanto esconde: ela mesma.

O medo explica a forma rude que, muitas vezes, o arrogante trata as pessoas. O arrogante só está tentando se defender das próprias fantasias inconscientes e, em muitos casos, a melhor defesa é o ataque. Ao atacar ele só quer se certificar de que as pessoas realmente se manterão à distância, evitando assim o "desmascaramento".
Não é à toa que a arrogância, vem acompanhada da prepotência, porque o inseguro precisa muito se proteger. Aliás, ele passa a maior parte do tempo pensando em como proteger a imagem criada, a manter as pessoas à distância de forma a não ser desmascarado, e confirmar seu poder impondo que as pessoas façam as suas vontades. O poder, nesses casos, é um grande aliado. E, num momento de defesa, "por que não usar o poder?" – pergunta-se o arrogante temeroso.
A dificuldade de lidar com o arrogante ocorre porque ele atinge o nosso próprio orgulho. Sim, só se sente ofendido quem também é orgulhoso, e o orgulhoso é mais propenso ao sentimento de orgulho ferido, é mais melindrado, fica mais chateado, e com mais raiva, do que aquele que possui autoestima equilibrada.

Por isso, seguem algumas dicas para lidar com pessoas arrogantes no trabalho:

1. Mostre que você está lá para ajudá-lo e não para competir;
2. Conquiste a confiança e dê feedbacks sempre que possível: lembre-se que feedback deve ser dado da seguinte forma:

Coloque os pontos positivos

Informe, baseado em fatos observáveis, o comportamento que a pessoa teve e as consequências do mesmo, por exemplo, "o fato de ter chamado a nossa equipe de incompetente durante a reunião, gerou insatisfação geral e isso teve um impacto negativo no nosso rendimento".
3. Observe a si mesmo e suas reações. Se você se sente ofendido com frequência, perceba se você também não está sendo vítima de seu próprio orgulho. A pessoa com autoestima não se ofende com facilidade porque reconhece seu próprio valor e não toma agressões como sendo pessoais.

Após saber lidar com o arrogante, vale algumas dicas para não cair na armadilha da arrogância:

1. Desenvolva a autoconsciência: quanto mais a pessoa se conhece melhor é o ajuste entre a "imagem que gostaria de ser" e "o que você realmente é".
2. Desenvolva a autoconfiança: a confiança em si mesmo é desenvolvida pela coerência entre o que se pensa e fala sobre si mesmo e o que realmente se faz.
Por exemplo, se ser uma pessoa determinada é algo positivo, você deve conseguir enxergar no dia a dia comportamentos que mostrem que você realmente é uma pessoa determinada.

3. Desenvolva o autorrespeito: conhecer as limitações é importante para saber até onde você aguenta determinada situação e se resguardar de um desgaste maior. Também é importante valorizar e respeitar aspectos positivos de si mesmo.
4. Ame a si mesmo: quem não tem amor por si mesmo, dificilmente terá amor para com o outro. Quem cobra muito de si, irá cobrar muito do outro. Aprenda a perdoar a si mesmo, pois assim será mais fácil tolerar e perdoar as dificuldades alheias.
Meiry Kamia - Palestrante, psicóloga, mestre em Administração de Empresas, consultora organizacional. 
fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/psicologa-ensina-como-lidar-com-a-arrogancia-dos-colegas-de-trabalho/67352/

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Os maus hábitos profissionais que você não sabe qu...


Todos nós temos hábitos, e fica difícil imaginar quem seríamos sem eles. Nossos hábitos, bons e maus, servem como artefatos para definirem que nós somos e consequentemente como as pessoas nos julgam. Num ambiente de trabalho, os hábitos podem ter um impacto significativo sobre nossa atuação, sobre nossa produtividade e sobre a imagem que nossos colegas tem de nós. Então não é novidade que ter bons hábitos pode ser um fator fundamental para o sucesso em sua carreira.

Sendo assim, esse tópico pretende enumerar alguns dos piores hábitos que as pessoas costumam ter em seu ambiente de trabalho e que talvez não são facilmente percebidos. Estar atento a estes hábitos pode ajudar a transformar seu dia-a-dia numa rotina de trabalho positiva e de sucesso.

Os 10 piores hábitos em ambiente de trabalho:

  • Isolamento
  • Evitar tarefas
  • Resistir a mudanças
  • Ser negativo, pessimista
  • Promover e participar de “fofocas”
  • Adiar e depois correr atrás do prejuízo
  • Ser desorganizado
  • Não compartilhar experiências
  • Compartilhar experiências demais
  • Sempre levar as coisas para o lado pessoal

O primeiro passo para se libertar dos maus hábitos e sempre tê-los em mente. Você pode se surpreender com o que pode descobrir sobre você em seu ambiente de trabalho. Perceber como você gasta seu tempo vai também ajudá-lo a identificar seus pontos fracos e perceber quais dos seus hábitos são bons e quais não são.

Mau hábito 1: Isolamento

Se você pensa que quando está em seu ambiente de trabalho o seu objetivo principal é trabalhar, você está…certo! Porém se você percebe que raramente participa de conversas, reuniões informais e brincadeiras, algumas consequências indesejadas podem estar reservadas a você. Você não é obrigado a gostar de todo mundo e nem todos são obrigados a gostar de você. Porém, ter boas maneiras e uma disposição para se demonstrar agradável a todos pode lhe permitir uma carreira longa. Simplesmente pense no quanto seu dia pode mudar significativamente quando alguém sorri para você. São gestos simples, como um sorriso, um olhar, um simples “oi” ou um “até mais” que podem trazer resultados sem precedentes à sua imagem. Participar de atividades fora do horário de trabalho, como festas, almoços, rodadas de cervejas nos botecos também trazem excelentes oportunidades de demonstrar diferentes ângulos de sua personalidade e também, claro, de conhecer seus colegas de trabalho mais intimamente. Esses pequenos esforços são talvez os principais em relação a manter relações harmoniosas em seu trabalho e a criar o que pode ser chamado de “sinergia de grupo”, que é um ambiente favorável a alta produtividade e que depende da colaboração de todos os indivíduos.

Mau hábito 2: Evitar tarefas

Se você percebe que geralmente hesita ou não se sente satisfeito em iniciar novas atividades ou novos projetos, ou ainda que se empenha sempre em procurar alguém que possa fazer sua atividade “melhor do que você”, você pode estar tirando de você mesmo a chance de aprender algo novo, sem perceber.  Claro, às vezes existe alguém que saiba lidar melhor do que você com certas atividades, mas não confunda “delegar tarefas” com “evitar tarefas”. Delegar tarefas é uma atividade de pessoas específicas e capacitadas para isso, ao passo que evitá-las significa simplesmente não executá-las ou executá-las mediocremente. Quanto mais trabalho você descarrega, mais pressão você coloca nas pessoas. Isso não implica em dizer “sim” a qualquer atividade que apareça, mas mostrar sua vontade de ajudar e capacidade de encontrar soluções inteligentes e plausíveis, refletindo positivamente sobre você e sobre sua ética de trabalho. Além de também encorajar outras pessoas a quererem trabalhar com você ou indicá-lo a projetos importantes no futuro.

Mau hábito 3: Resistir a mudanças

Na maioria das vezes as pessoas não se sentem confortáveis diante de mudanças. Um simples argumento como “Nós fizemos isto dessa maneira por 30 anos” as tornam resistentes a novas ideias. Associado a essa resistência está um medo imenso das consequências das mudanças. Superar esses medos às vezes demanda força de vontade: enfrentar algo que faz você se sentir desconfortável, ansioso ou assustado. As mudanças irão acontecer com ou sem você, então depende de você se irá fazer parte delas ou assistirá de camarote. Se você realmente acredita que um novo método não será efetivo para os objetivos da empresa, expresse suas preocupações, mas forneça alternativas que possam funcionar tão bem quanto, ou melhor que o novo método.

Mau hábito 4: Ser negativo, pessimista

Pessoas viciadas em negativismos são aquelas que exalam pensamentos, palavras e atitudes negativas. O negativismo pode ser extremamente contagioso e se espalhar rapidamente num ambiente de trabalho. Entrar no ciclo vicioso de ser negativo é sempre fácil. Isso pode facilmente se tornar sua natureza de espírito e começar a fazê-lo pensar, sentir e acreditar que você não é capaz de enfrentar os desafios que são apresentados a você. Você pode também recorrer a estratégia de colocar a culpa em fatores externos ao invés de se analisar pessoalmente. Não há nada capaz de sugar mais sua energia do que trabalhar com um funcionário vingativo e pessimista. Um dos hábitos que se deve ter em mente quando tentar superar o ciclo negativista é focar sempre no lado positivo das coisas. A vida não é sempre perfeita, as coisas dão errado. Mas mesmo assim, se você focar toda sua energia no que você aprendeu de uma situação desagradável, você poderá lidar melhor com ela no futuro. Ser capaz de aceitar a situação e seguir em frente é fundamental para ter uma perspectiva positiva.

Mau hábito 5: Promover e participar de “fofocas”

Os seres humanos podem ser curiosos por natureza, mas não há (ou não deve haver) uma relação entre estar curioso e criar ou participar de fofocas. Tente identificar os pontos que o levam a participar de certas situações. Se você perceber que tende a trazer a vida de outras pessoas ao foco do assunto durante seu almoço, talvez você deva repensar sobre suas companhias durante este horário. As conversas com colegas de trabalho sempre demandam um certo nível de descrição, a fim de proteger a privacidade das pessoas e respeitar seus limites. Questionar muito sobre questões pessoais e se intrometer em assuntos particulares pode fazer as pessoas se sentirem desconfortáveis com sua presença. A menos que você tenha total certeza que possui liberdade suficiente para isso.

Mau hábito 6: Adiar e depois correr atrás do prejuízo

Algumas pessoas dizem que funcionam melhor sob pressão, mas a procrastinação se torna um problema quando começa a comprometer o seu desempenho. Projetos atrasam, você se estressa e a qualidade do que você faz pode ser afetada. Alguns hábitos que podem contribuir para o adiamento de atividades são telefonemas pessoais durante o horário de trabalho, pausas longas demais, navegar na internet em sites não relacionados ao trabalho ou mesmo jogando on-line. Quando se aproxima da data de entrega do projeto, pode até ser que as atividades estejam completas, mas os resultados são medíocres. A melhor maneira de abolir um mau hábito é abandoná-lo. Para abandonar a procrastinação você precisará de dedicação. Organize sua lista de atividades e seu calendário. Procure melhorar a forma como gerencia seu tempo e se dedique sempre.

Mau hábito 7: Ser desorganizado (e isso inclui sua mesa!)

Se vários documentos espalhados e desordenados, além de uma pilha gigante de xícaras, assumiram sua mesa de trabalho, é hora de tomar posse de seu espaço novamente. Tentar ser produtivo num espaço de trabalho caótico e tão eficaz quanto tentar caminhar com os pés amarrados. Você faz as coisas muito mais fácil quando não precisa gastar tempo à procura de ferramentas, e as coisas ao seu redor não te distraem. Também não é bom sentir-se reprimido e frustrado com o seu ambiente. Especialistas em Feng Shui afirmam que seu trabalho representa seu estado de espírito. Quanto mais limpo e organizado seu ambiente de trabalho estiver, mais equilibrada e concentrada sua mente estará.

Mau hábito 8: Não compartilhar experiências

Você tem o hábito de “colocar a mão na massa” e executar alguma atividade ao invés de ensinar alguém a fazê-la? Sempre faz sem explicar como fez? Compartilhar seu conhecimento com colegas de trabalho é um hábito positivo e possibilita a troca de responsabilidades além de promover a cumplicidade e sinergia da equipe. Reserve algum tempo para mostrar a alguém como se faz uma atividade que você tem costume de executar. Permita que façam perguntas até que entendam. Quanto mais os trabalhos individuais são compartilhados, mais os resultados do grupo são rápidos e eficazes.

Mau hábito 9: Compartilhar experiências demais

Se você compartilha informações pessoais, mesmo quando não solicitadas, provavelmente está compartilhando mais do que devia. As pessoas que compartilham muitas informações pessoais geralmente compartilham também seus problemas e acabam criando algum drama sobre eles. O risco de expor voluntariamente histórias sobre sua vida pessoal é que tais histórias (ou mesmo você) podem se tornar alvos de chacota no trabalho. Tente deixar seus problemas pessoais do lado de fora. Quando você estiver no trabalho, esteja realmente focado no trabalho. Aprenda a transformar seus problemas pessoais em produtividade para sua vida profissional.

Mau hábito 10: Sempre levar as coisas para o lado pessoal

Às vezes nós interpretamos feedbacks inofensivos como um ataque pessoal. Não é fácil digerir críticas, mesmo que profissionais. A intenção é geralmente construtiva e tem o objetivo de proporcionar amadurecimento no que você faz. Tenha sempre em mente que a intenção não é humilhar ou ferir seu sentimentos, mas sim para ajudar a aprender, melhorar pessoal e profissionalmente além de desenvolver sua carreira.
Grande parte de nossa vida tem sido pré-programada pelo nosso comportamento no passado, mas isso não significa que não podemos mudar o rumo de nosso futuro. Apenas poderemos melhorar ou substituir nossas rotinas negativas por rotinas positivas quando reconhecermos nossos padrões e comportamentos. Como diz Aristóteles: “Nos sómos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é uma atitude, mas sim um hábito.”

baseado no post original de Heather McCulligh: “Bad Habits At Work You Don’t Know You Have.


em> http://www.mastigacaodagestao.com.br/2012/11/os-maus-habitos-profissionais-que-voce.html